A Origem da Palavra Blog

Blog é a forma abreviada de “weblog”. O termo “weblog” foi criado em Dezembro de 1997 por um americano chamado Jorn Barger. Ele usou-o para indicar que se iria registar enquanto navegava on-line. Mais tarde, em 1999, um outro internauta de nome Peter Merholz, mudou o termo “weblog” para “we blog” num dos seus posts. Talvez por ser mais fácil de pronunciar as pessoas passaram a usar a expressão abreviada de “weblog”..

PT ameaça expulsar filiado que se destacou na atuação contra covid-19 no Distrito Federal

PT ameaça expulsar filiado que se destacou na atuação contra covid-19 no Distrito Federal

O jornalista Cláudio Humerto na sua coluna desta sábado destaca que o PT deu outra mostra de que o interesse da população não é uma prioridade, e ameaçava expulsar do partido Jeansley Lima, presidente da empresa pública Codeplan, do governo do Distrito Federal, figura central do elogiado sistema de monitoramento da covid-19 que permitiu ao DF agir com precisão e registrar a menor taxa de letalidade do Brasil. Para o PT, isso pouco importa. Ameaçado, Lima fez melhor: deixou o partido.
A ameaça de expulsão era dos dirigentes do partido Geovanny Silva e Ricardo Vale, que pareciam não suportar o êxito do correligionário.
O governador Ibaneis Rocha (MDB) convidou Lima por sua qualificação técnica e não indicação política. Isso não faz sentido, na visão do PT.
Ibaneis se disse surpreso com a retaliação contra o filiado com 20 anos de partido. “Esse é o PT que as pessoas não podem esquecer”, disse.
CLÁUDIO HUMBERTO
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Celso de Mello arquiva pedido para investigar Moro no caso que “condicionou sua entrada no governo à garantia de uma pensão à sua família”

Celso de Mello arquiva pedido para investigar Moro no caso que “condicionou sua entrada no governo à garantia de uma pensão à sua família”
 
Celso de Mello arquivou pedido levado ao Supremo para investigar Sergio Moro por suposta prática de corrupção.
Na ação, um advogado citou a declaração do ex-ministro de que condicionou sua entrada no governo à garantia de uma pensão à sua família fosse vítima de assassinato em razão do cargo.
Celso de Mello reafirmou que cabe ao Ministério Público pedir a investigação.
O ANTAGONISTA
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Privatização da Eletrobras atrai investidores com juros baixos no mundo, diz CEO

Privatização da Eletrobras atrai investidores com juros baixos no mundo, diz CEO
Reuters
O presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Jr., está otimista com a possibilidade de o processo de privatização da companhia ser retomado pelo governo após a crise causada pelo coronavírus e avalia que o negócio poderá atrair grande atenção de investidores mesmo em meio a um cenário pós-pandemia.
"Nós temos hoje no mundo uma posição, seguida por todos países do mundo, e no nosso não foi diferente, de redução da taxa de retorno dos títulos públicos", afirmou o executivo, ao participar de teleconferência com investidores nesta sexta-feira.
Esse contexto, acrescentou, deverá gerar uma intensa busca por aplicações com retornos maiores, como investimentos produtivos e em ações.
Os planos do governo para a desestatização da Eletrobras preveem uma oferta de ações da companhia que diluiria a fatia do governo para uma posição minoritária.

"(A Eletrobras) trata-se de um ativo para atrair investidores do mundo inteiro", disse Ferreira.
"Antes da crise já tínhamos uma grande quantidade de dinheiro à procura de projetos ou aplicações com retorno positivo, em alguns países você já tinha taxas de juros negativas ou zero. E essa posição do ponto de vista do rentista ela se agravou", adicionou.
Ele projetou que o governo deve retomar discussões com o Congresso sobre a desestatização no segundo semestre, o que tornaria possível a efetivação da operação em 2021.
Ele também destacou que a venda do controle da companhia deve ser uma das poucas alternativas do governo do presidente Jair Bolsonaro para reforçar as contas públicas após os gastos e a perda de arrecadação associados à pandemia.
"Nós vamos precisar. O único ativo que o governo tem para amenizar rapidamente o aumento da dívida é exatamente a privatização", apontou.
O executivo também disse acreditar que já há uma recuperação inicial em bolsas na Ásia, na Europa e nos Estados Unidos, uma vez que os mercados financeiros antecipam as expectativas de retomada das atividades após passado o pico da pandemia nessas regiões.
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Caixa abre mais de 2 mil agências para saque de auxílio emergencial

Caixa abre mais de 2 mil agências para saque de auxílio emergencial
Por Kelly Oliveira
Fachada da Caixa Econômica FederalA Caixa abre hoje (30), de 8h às 12h, 2.213 agências para atendimento aos beneficiários do auxílio emergencial que receberam a primeira parcela até 30 de abril, nascidos em janeiro e que queiram fazer o saque em espécie do benefício. A partir de hoje, também será possível a transferência do benefício para contas correntes da Caixa ou de outros bancos.
Antes de ir a uma agência, orienta a Caixa, os clientes devem consultar as unidades que estarão abertas em suas localidades.
Desde o dia 20 de maio, foram creditadas em 31 milhões de contas o pagamento da segunda parcela, totalizando R$ 20,3 bilhões.

Horário de chegada às agências
A Caixa reforça que não é preciso madrugar nas filas. Todas as pessoas que chegarem nas agências durante o horário de funcionamento, de 8h às 12h, serão atendidas. Elas vão receber senhas e, mesmo com as unidades fechando às 12h, o atendimento continua até o último cliente.
O banco informou ainda que fechou parceria com 1.190 prefeituras em todo o país para reforçar a organização das filas e manter o distanciamento mínimo de dois metros entre as pessoas. Segundo a Caixa, a triagem nas filas foi reforçada, de forma que aqueles que não estão na data respectiva de pagamento em espécie não permaneçam no local.

 Veja o calendário para saque e transferência da poupança social:

Nascidos em: Liberado em:
janeiro 30 de maio
fevereiro 1 de junho
março 2 de junho
abril 3 de junho
maio 4 de junho
junho 5 de junho
julho 6 de junho
agosto 8 de junho
setembro 9 de junho
outubro 10 de junho
novembro 12 de junho
dezembro 13 de junho

Cartão de débito virtual

A Caixa informa que o beneficiário não precisa sacar o auxílio para usar o dinheiro. O aplicativo Caixa Tem possibilita que o cidadão faça transferências bancárias e pague contas, como água, luz e telefone, por exemplo.
Além disso, o aplicativo disponibiliza gratuitamente o cartão de débito virtual Caixa para fazer compras pela internet, aplicativos e sites. O cartão também é aceito em maquininhas autorizadas com a funcionalidade do cartão virtual de débito.
Para utilizar, o beneficiário precisa gerar o cartão virtual. Para isso, o primeiro passo é atualizar o Caixa Tem. Depois, entrar no aplicativo e acessar o ícone Cartão de Débito Virtual. É o último da tela inicial. Feito isso, o usuário deverá digitar a senha do Caixa Tem. Em seguida, aparecerá os seguintes dados: nome do cidadão, número e validade do cartão, além do código de segurança. Ao lado do código, é preciso clicar em “gerar”.
O código de segurança vale para uma compra ou por alguns minutos. Para realizar uma nova compra é preciso gerar um novo código. Até a última segunda-feira (25), foram movimentados R$ 719,2 milhões pelo cartão de débito virtual Caixa, informou o banco.

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Piso salarial dos professores é sancionado pela governadora, reajuste de 12,84% será aplicado proporcionalmente

Piso salarial dos professores é sancionado pela governadora, reajuste de 12,84% será aplicado proporcionalmente
A governadora Fátima Bezerra sancionou a Lei Complementar Nº 663, de 29 de maio de 2020 que concede  reajuste do Piso Salarial do Magistério em 12,84%. Esse percentual será aplicado sobre os vencimentos básicos dos professores e especialistas em educação retroativo a janeiro deste ano.
“A aprovação do reajuste no Piso Salarial do Magistério na Assembleia Legislativa é fruto de uma luta conjunta, que passa também por nós que fazemos o Governo do Estado, e que desde sempre compreendeu e legitimou a reivindicação dos  professores”, afirmou a governadora Fátima Bezerra.
Com a sanção da governadora, o reajuste de 12,84% incidirá sobre os salários dos  professores e especialistas de educação que desempenhem, no âmbito das Unidades Escolares de Educação Básica e da Secretaria de Estado da Educação, da Cultura, do Esporte e do Lazer (SEEC), incluindo as Diretorias Regionais de Educação e Cultura (DIRECs) e as Diretorias Regionais de Alimentação Escolar (DRAEs), as atividades de docência ou as de suporte pedagógico à docência, compreendendo as funções educacionais de  direção, administração,  planejamento,  inspeção, supervisão,  orientação e coordenação.
De acordo com a Lei assinada pela governadora Fátima Bezerra, os vencimentos básicos dos professores e de especialista de Educação, cujos titulares exerçam jornada de trabalho diversa de 30 (trinta) horas semanais, serão calculados de forma proporcional, com base no valor da hora aula, obtido a partir dos montantes estabelecidos no Anexo Único da Lei Complementar.
“Sempre estivemos abertos ao diálogo e à negociação para que pudéssemos chegar e esse momento. Agora, a torcida é para que o ajuste possa sair do papel e a portaria do Ministério da Educação que é anterior à essa pandemia possa ser respeitada”, reiterou a governadora.
Professores e Especialistas de Educação aposentados que tiveram carga horária diferente de 30 horas, e  pensionistas, o reajuste será aplicado proporcionalmente da seguinte forma:  3% em junho de 2020; 3% em outubro de 2020, acumulando 6,09%; 6,363% em dezembro de 2020, acumulando o reajuste total de 12,84%.
Já o valor retroativo será pago em 11 parcelas durante o ano de 2021, sendo 40% em seis parcelas iguais, nos meses de fevereiro a julho de 2021. Os 60% restantes serão pagos em cinco parcelas iguais, de agosto a dezembro também do ano que vem.
“Apesar da grave situação econômica, a maneira que o piso foi sancionado garante que todos os professores e especialistas, sejam da ativa, aposentados ou pensionistas, independentemente do nível, tenham o mesmo percentual de reajuste nos seus vencimentos.  Dessa forma honraremos a palavra empenhada com a categoria dentro deste ano e manteremos a execução racional dos recursos do Governo do RN com a folha de pessoal”, frisou o secretário Getúlio Marques, titular da SEEC.
Os recursos para o reajuste serão oriundos de dotações da Lei Orçamentária Anual (LOA) consignadas em favor da Secretaria de Estado da Educação, da Cultura, do Esporte e do Lazer (SEEC) e do Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Norte (IPERN).
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Após queda no PIB, economista critica gestão financeira dos estados

Após queda no PIB, economista critica gestão financeira dos estados

Após o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgar que o Brasil teve queda de 1,5% do PIB no primeiro trimestre de 2020, a CNN conversou com a economista Zeina Latif sobre a situação econômica do país e as possíveis saídas para a crise. Ela ressaltou a importância em manter uma baixa taxa de juros no momento e elogiou o pacote de ajuda a estados e municípios. No entanto, ela afirmou que o país perdeu chance de “fazer a lição de casa” sobre o ajuste fiscal dos estados.
“Estamos nos acostumando a bilhões, mas não dá para afirmar que a ajuda vai parar por aí. Os estados não fizeram reformas estruturais para conter a expansão das folhas de pagamentos. Por conta disso, vai continuar existindo a demanda de ajuda a estados depois da pandemia”, analisou.

Ela disse ainda ser importante manter o calendário de reformas estruturais do estado, uma vez que o país irá sair mais pobre da crise, mas que a indicação de um futuro com maior equilíbrio fiscal irá ajudar o Brasil na retomada de investimentos.
“O país vai sair pior da crise, então aumenta a urgência de reformas. Teremos déficit elevado por muito tempo e aumento da dívida pública, mas com perspectiva de melhora no futuro, já que está se tomando medidas para conter os gastos, isso é essencial para manter a inflação baixa.”
Zeina disse ainda que os impactos contra o funcionalismo público foram tímidos diante da situação, e que a reforma administrativa se faz cada vez necessária no contexto brasileiro pós-pandemia.
CNN
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Nasa e SpaceX fazem hoje nova tentativa de lançamento espacial

Nasa e SpaceX fazem hoje nova tentativa de lançamento espacial
Por Pedro Peduzzi
The sun sets behind a SpaceX Falcon 9 rocket with the company's Crew Dragon spacecraft onboardEstá prevista para a tarde deste sábado (30), às 16h22 (horário de Brasília) a decolagem do primeiro voo espacial tripulado da nave espacial Crew Dragon, em uma missão que é fruto de parceria público-privada da Agência Espacial Norte-Americana (Nasa) com empresa aeroespacial SpaceX.
Esta será a segunda tentativa de a Nasa estabelecer mais um entre seus vários feitos classificados como “marcos históricos”. A primeira tentativa, feita na quarta-feira (27), acabou adiada devido ao mau tempo, inclusive com a possibilidade de tornado, segundo informou o serviço nacional de meteorologia dos EUA.
A missão, chamada Demo-2, será também “o primeiro voo em órbita de astronautas norte-americanos em foguetes norte-americanos a partir de solo americano desde o final da era do ônibus espacial, em 2011”, conforme definiu a própria Nasa.
A decolagem será a partir do Centro Espacial Kennedy, na Flórida. Diante da necessidade de isolamento social, pela qual boa parte do planeta passa devido à pandemia de covid-19, a Nasa anunciou que fará uma transmissão especial, via internet, da decolagem da nave espacial que levará os astronautas Robert Behnken e Douglas Hurley até a Estação Espacial Internacional.

Acompanhe
Para viver essa experiência de acompanhar virtualmente os bastidores, lançamento, bem como para acessar o calendário, atualizações sobre o andamento da missão, basta que fazer o cadastro no site especial da Nasa.
“Com a experiência de lançamento virtual da Nasa, possibilitamos que mais pessoas assistam ao início desta nova era no voo espacial humano”, explica a assessora de Comunicação da Nasa Bettina Inclán.

A equipe
Os dois astronautas terão papéis bem definidos durante a missão Demo-2 (a Demo-1 foi realizada sem tripulação, em teste envolvendo um boneco coberto de censores). Behnken será responsável por procedimentos como os de encontro, atracação e desencaixe, em especial enquanto a espaçonave estiver atracada na estação espacial.
Já Hurley será responsável por atividades como lançamento, pouso e recuperação.
A missão validará o sistema de transporte de tripulação da SpaceX, o que inclui a plataforma de lançamento, foguete, nave espacial e recursos operacionais. Será também a primeira vez que os astronautas da Nasa testarão os sistemas de espaçonaves em órbita.
O fato de a missão partir dos EUA e ter como protagonistas astronautas norte-americanos aumentou o interesse da população dos Estados Unidos no evento. "Já estamos vendo pessoas participando on-line com a hashtag #LaunchAmerica e ajudando a criar empolgação para esse momento histórico", acrescentou Bettina.
A última decolagem de um veículo norte-americano em direção à Estação Espacial Internacional foi em 2011, ano em que o ônibus espacial Atlantis foi aposentado. Desde então, os EUA têm dependido dos foguetes russos Soyuz para chegar à estação, partindo do Cazaquistão.

Novo passo da lógica
Por meio de redes sociais, o astronauta Douglas Hurley tem feito elogios às inovações tecnológicas do novo veículo aeroespacial desenvolvido pela SpaceX, empresa que tem à frente o empreendedor e visionário Elon Musk.
Entre as novidades da nave estão os painéis em touchscreen, que podem controlar tudo de uma forma bem mais prática do que os inúmeros botões que integravam o painel dos antigos ônibus espaciais. Também foi necessário desenvolver luvas de fácil interação com esse tipo de tela.
Trata-se de um “novo passo da lógica”, disse o astronauta Hurley em uma leve referência à famosa frase “este é um pequeno passo para um homem; e um salto gigante para a humanidade”, dita por Neil Armstrong em 20 de julho de 1969, quando se tornou o primeiro homem a pisar na Lua.
“Minha primeira impressão sobre o interior da [cápsula] Crew Dragon? Fiquei impressionado. É obviamente uma nave espacial moderna com design aerodinâmico e muito confortável. Os assentos são basicamente de carros de corrida; e o quesito segurança foi bastante considerado”, disse o astronauta via Twitter.
Impulsionada pelo foguete Falcon 9, a cápsula Crew Dragon deve ultrapassar a velocidade de 27 mil quilômetros por hora, para chegar no dia seguinte (31) à Estação Espacial Internacional.
Mais detalhes, bem como o registro para acompanhar a contagem regressiva e obter todas as informações sobre a missão Demo-2 e a nave espacial Crew Dragon, estão no site da Nasa.
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Ministério da Saúde não tem acesso a resultados de exames para Covid-19 de 30% dos laboratórios privados no Brasil

Ministério da Saúde não tem acesso a resultados de exames para Covid-19 de 30% dos laboratórios privados no Brasil
O Ministério da Saúde informou, nesta sexta-feira (29), durante coletiva de imprensa que a pasta não tem acesso aos resultados dos exames para detecção do novo coronavírus de cerca de 30% dos laboratórios privados do Brasil.
“Vamos colocar que cerca de 30% dos laboratórios privados não foram cobertos ainda, neste momento. Esperamos ter 100% dos laboratórios privados informando diariamente pro Ministério da Saúde de todos os exames realizados [para detecção da covid-19]”, afirmou Eduardo Macário, diretor do departamento de Analise em Saúde e Vigilância de Doenças não Transmissíveis do Ministério da Saúde.
Atualmente, o Brasil é o segundo país com mais casos de Covid-19 no mundo – são mais de 465 mil. As mortes causadas pela doença se aproximam de 28 mil.
Segundo Macário, é preciso considerar o número de testes rápidos distribuídos para os estados, que é somado ao número de exames positivos.
“A gente que tem considerar o número de testes rápidos distribuídos, cerca de 8 milhões, e estamos encaminhando as últimas remessas para os estados. É um conjunto de informações que se somam e dão a dimensão dos casos de Covid-19 no Brasil, informados diariamente pelas secretárias de saúde”, disse.
A pasta informa ainda que tem informações sobre exames de Covid-19 das cinco maiores redes de laboratórios privados do Brasil, o que representa cerca de 7 mil laboratórios.
“No momento, conseguimos as informação das cinco maiores redes de laboratório do Brasil. E, pra vocês terem ideia, o Brasil tem 8.911 laboratórios privados registrados. Somente essas cinco redes prestam serviço para em média 7 mil laboratórios do Brasil. A gente considera que esse número, atualizado hoje e trabalhado em laboratórios públicos e privados, reflete boa parte da realidade do que esta acontecendo no Brasil”, disse Macário.
Segundo o diretor, o Brasil tem “nível de excelência em diagnósticos” e os laboratórios seguem os protocolos e pré-requisitos necessários na coleta dos exames.
Jovem Pan
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Magalu, 3M: empresas se reúnem para buscar soluções para o pós-pandemia

Magalu, 3M: empresas se reúnem para buscar soluções para o pós-pandemia
Estadão Conteúdo 

Na busca para encontrar soluções para os negócios durante a pandemia, três empresários lançaram, no fim de abril, um movimento para trocar experiências. Em um mês, o #VamosVirarOJogo atraiu 453 empresas e associações interessadas na iniciativa. Na lista, estão grupos como Carrefour, Magazine Luiza, 3M e Usiminas, além do empresário Jorge Gerdau, presidente do Mundo Brasil Competitivo.
"Nosso objetivo é estimular a troca de experiências e o compartilhamento de iniciativas que estão dando certo durante a pandemia", afirma o fundador e presidente do grupo Empreenda, César Souza, idealizador do movimento. Ele conta que a iniciativa surgiu como uma forma de ver a vida no pós-covid-19.
Com a ideia na cabeça, Souza procurou dois outros empresários para tocar o projeto: Alexandro Barsi, presidente e fundador da Verity Group, e Vittorio Danesi, fundador e presidente da Simpress. Em dois dias, eles conseguiram 16 adesões. O objetivo é chegar ao fim deste mês com a participação de 500 empresas e, até o fim do ano, ter mil companhias reunidas.

Uma das primeiras iniciativas, diz Souza, foi reunir as melhores práticas adotadas até agora pelas companhias. "Lançamos uma mensagem eletrônica pedindo que as empresas nos enviassem as iniciativas tomadas durante a pandemia e que podem servir de inspiração para outros." Até agora, o movimento tem 52 cases que se enquadram dentro das melhores práticas.
"Entendemos que as empresas terão de se reinventar nas formas de se relacionar com clientes, na gestão e na relação comercial. Nosso objetivo é mostrar como lidar com essa nova situação", diz o idealizador do movimento.
O vice-presidente do Carrefour, Stephane Engelhard, responsável pela área de assuntos institucionais, conta que a empresa aderiu ao movimento por entender que pode dar contribuição para empresas menores. "Nosso setor é considerado uma atividade essencial. Por isso, não fechamos durante a pandemia e tivemos de adotar protocolos rígidos para preservar clientes e funcionários."
Ele conta que várias das iniciativas adotadas pelo grupo francês foram copiadas em outros estabelecimentos, como a instalação de acrílico nos caixas, marcação de distância no chão e medição de temperatura. "Entendemos que nosso protocolo de medidas sanitárias poderia ser importante para a reabertura da economia em outros companhias. Da mesma forma, acreditamos que podemos adotar outras experiências."
O movimento também será um ambiente para estruturar propostas que serão levadas a formuladores de políticas. César Souza destaca, entretanto, que a iniciativa não tem o objetivo de discutir questões políticas e partidárias. Além disso, não há custos envolvidos.
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Adasa extingue tarifa mínima cobrada pela Caesb no Distrito Federal

Adasa extingue tarifa mínima cobrada pela Caesb no Distrito Federal
Por Pedro Ivo de Oliveira
torneira_de_agua.jpgOs usuários da rede pública de água e esgoto do Distrito Federal terão uma mudança nos boletos a partir de junho. A Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa), em parceria com a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), farão a transição definitiva para um novo modelo de cobrança no dia 1º de junho. A alteração extingue a chamada “tarifa mínima de consumo”, que institui, desde 1993, que os moradores do DF devem pagar o mínimo de 10m³ de consumo de água e esgoto mensalmente, independente da quantidade real utilizada.
“Em 1993, quando a Caesb ainda estava no processo de expandir a cobertura sanitária no Distrito Federal, a tarifa mínima de 10m³ até fazia algum sentido. Hoje em dia ela é apenas uma injustiça, uma disparidade. Um grande contingente de pessoas paga por algo que não consome, subsidiando os gastos de quem consome muito. O correto é o consumidor pagar por aquilo que recebe”, afirma Paulo Sales, diretor-presidente da Adasa. 
Os estudos para a mudança de tarifação tiveram início em 2017. A Adasa consultou entidades públicas, empresários e até mesmo a sociedade civil para rever as planilhas de custos operacionais do setor de abastecimento de água e esgoto. O equilíbrio financeiro da Caesb, no entanto, deveria ser equacionado para por as novas tarifas em prática. “Tínhamos dois pressupostos. O primeiro era acabar com a tarifa mínima de 10m³, que é injusta, mas impacta no orçamento da empresa. O segundo era fazer com que quem consome mais água tivesse um ônus, ao invés de ter benefícios. Dependendo da quantidade, esses grandes consumidores pagavam uma taxa que não cobre nem os custos operacionais para fornecimento dessa rede”, informou Sales.

Contas mais baratas
A expectativa é que 40% dos consumidores tenham uma redução significativa de valores nas contas de água e esgoto. “Após muita conversa, debates e diálogos, chegamos a um plano. E essa ação foi muito bem sucedida. Usamos uma metodologia de análise de impacto regulatório reconhecida internacionalmente. Após alguns adiamentos para entrar em vigor, o resultado sai agora, com um modelo baseado na justiça e no respeito com o consumidor”, concluiu Sales.

Contas mais caras
A mudança, entretanto, vai gerar um aumento para as faixas de consumo maior, o que estimula a preservação da água e o uso racional. "A tarifa mínima subsidiava os grandes consumidores. Era uma espécie de Robin Hood ao contrário. O que acontece agora não é um reajuste, e sim um novo enquadramento das faixas tarifárias", explica o presidente.

Tarifa social
Junto com a mudança na tarifação e a queda no valor das contas de água dos pequenos consumidores, a Adasa também se preocupou em aumentar a quantidade de famílias que usam a tarifa social para pagar os serviços. De acordo com a agência, atualmente 3 mil famílias são beneficiadas pela tarifa social. Com as novas regras, o número deve subir para 70 mil. “Brasília é muito desigual. Talvez a região mais desigual do país. Sabemos que não existem apenas 3 mil famílias em situação vulnerável. A ampliação da tarifa social, que dá desconto de 50% sobre o valor da conta de água e esgoto, deixou de ser complicada. Essa preocupação social foi foco nos estudos sobre o novo modelo”, afirmou o presidente da Adasa, Paulo Sales. 

Como obter a tarifa social
Famílias que ganham até R$ 178 mensais por pessoa têm direito ao desconto de 50% na conta de água e esgoto. No modelo mais simples, que entra em vigor a partir de 1º de junho, basta que o CPF do titular da conta de água seja o mesmo CPF cadastrado no programa Bolsa Família. A inclusão é automática. Pelo novo cálculo, residências que consomem até 1m³ por mês terão uma redução de 82% no valor da conta.
Mas atenção: o nome e o CPF do beneficiário do programa Bolsa Família e do sistema da Caesb precisa ser exatamente o mesmo. Caso haja necessidade de mudança para receber o benefício, é possível fazer através do site da Caesb ou pelo aplicativo para celulares da Caesb, disponível para Android e iOS.
Como realizar a mudança de cadastro no titular da conta de água:

» 1 - O cliente deve acessar o site da Caesb
» 2 - Clique no banner Autoatendimento
» 3 - Na sequência, clique no botão Alteração de Titularidade.
» 4 - Se o usuário não estiver com seu cadastro pessoal atualizado, ele deverá tirar uma foto e anexar os documentos pessoais legíveis, completos, sem rasuras ou emendas.
» 5 - Após o seu cadastro pessoal no serviço de Alteração de Titularidade, o usuário deverá encaminhar o comprovante de vínculo com o imóvel no serviço de Alteração de Titularidade. Confira aqui os documentos pessoais e os que comprovam o vínculo com o morador ou responsável pela residência.
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Governo do RN publica decreto que prorroga suspensão das aulas presenciais da rede pública e privada até 06 de julho

Governo do RN publica decreto que prorroga suspensão das aulas presenciais da rede pública e privada até 06 de julho
Conforme antecipamos ontem, o Governo do RN prorrogou a suspensão das aulas no Estado. Antes do dia 7 de julho, não haverá aulas presenciais, tanto na rede pública, quanto na rede privada de ensino. Seguindo as recomendações do Comitê Governamental de Gestão da Emergência em Saúde Pública decorrente da pandemia gerada pelo novo coronavírus (Covid-19) e considerando a necessidade de intensificação do cumprimento das medidas de enfrentamento ao vírus, o Governo do Rio Grande do Norte publicou, neste sábado (30), o Decreto Estadual nº 29.725  que prorroga o prazo de suspensão das atividades escolares presenciais nas unidades da rede pública e privada de ensino do Rio Grande do Norte até o dia 6 de julho de 2020.
A governadora professora Fátima Bezerra ressalta que a prorrogação da suspensão das aulas visa mitigar o contágio pelo coronavírus e salvar vidas. “Diante dos números de contágio pela Covid-19 que, ainda, estão muito altos em nosso Estado, não há possibilidade de retomarmos as aulas. O ambiente escolar tem muita circulação de pessoas. E nesse momento nossa prioridade é diminuir a curva de contágio. Como eu tenho dito, a economia pode esperar, o comércio pode esperar e as aulas também podem esperar. À frente de tudo isso está nosso compromisso em cuidar, preservar e salvar a vidas das pessoas”.
O novo decreto prorroga a suspensão das aulas no âmbito do ensino infantil, fundamental, médio, superior, técnico e profissionalizante. O documento também autoriza a Secretaria Estadual da Educação, da Cultura e do Lazer (SEEC) a antecipar o recesso escolar (compreendido no período de 24 de junho a 6 de julho), mediante diálogo com o Conselho Estadual de Educação (CEE).
“Ouvindo diversos segmentos do ensino público e privado do RN, chegamos à conclusão que ainda não é o momento de voltarmos às atividades presenciais em nossas escolas. Vamos seguir com as atividades não presenciais para garantir que a aprendizagem não pare e continuemos a manter alunos e escolas em permanente interação.  Seguiremos observando as orientações da Governadora e da Secretaria de Saúde do RN, esperando uma melhora no quadro que estamos enfrentando”, explicou Getúlio Marques, titular da SEEC.
Desde o início da Pandemia, o Governo do RN vem tomando várias medidas de saúde para o enfrentamento do novo coronavírus com o objetivo de diminuir a curva de contágio, evitar o colapso da rede estadual de saúde e preservar a vida da população potiguar.
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As quatro lições de Abilio Diniz para não desanimar na crise da Covid-19

As quatro lições de Abilio Diniz para não desanimar na crise da Covid-19
CNN
Aos 83 anos, pai de seis filhos e um dos maiores empresários do país, Abilio dos Santos Diniz, mais conhecido como Abilio Diniz, tem como meta principal de vida a busca por “longevidade com qualidade”. O paulistano pratica uma rotina de exercícios físicos de duas horas diárias e se classifica como “otimista”, mesmo em meio à crise mais “violenta” que já enfrentou, a causada pela Covid-19.
Como forma de ajudar pequenos micro e pequenos empresários, impactados pela pandemia, decidiu apostar em um programa para dar o suporte a esse nicho, a partir de empréstimos a juros reduzidos, em um montante que soma R$ 20 milhões. Chamado de 'Estímulo 2020’, e criado junto com o empresário Eduardo Mufarej, oferece financiamento com juros de 4% ao ano, carência de três meses e parcelamento até 15 vezes.
Parte do projeto inclui mentoria com o próprio Abílio, em que ele diz não dar “palavra mágica”, ou “dica de sobrevivência” — mas aponta oportunidades, para além da crise. Como membro do conselho de administração do Carrefour global e presidente da Península Participações, o bilionário tem bastante experiência empresarial acumulada. Confira alguns dos ensinamentos dados por ele, em entrevista à CNN Brasil, para atravessar da melhor forma a turbulência atual.
1. Vai ter fim 
Abilio reconhece já enfrentou muitas crises ao longo da vida, mas define a atual como a mais "violenta". Ainda assim, diz que este momento tem uma característica comum a instabilidades anteriores: tem começo, meio e fim. "É preciso que as pessoas tenham isso muito claro: vai ter fim. Um dia vai terminar", afirma. 
O momento em que isso acontecerá não é claro, mas, no pior cenário, Abilio prevê 18 meses — tempo em que seria suficiente o desenvolvimento e comercialização de uma vacina, o que, segundo ele, colocaria fim à crise. 
2. Separar medos reais de imaginários 
Para o empresário, a crise fica muito mais fácil de gerenciar se houver uma separação de realidade e fantasia. "Se ficarmos só com medos reais, é possível que consigamos administrá-los bem. Agora os imaginários são muito mais complicados", afirma. 
Na avaliação do empresário, os medos definidos como imaginários perturbam mais, pois atrapalham o sono, e fazem com que as pessoas acordem pensando nesses temores. "Tem que distinguir e não sair fora da realidade."
3. Ter serenidade 
"Se não está sereno, como vai administrar as coisas?", questiona o empresário. Para Abilio, serenidade é um valor-chave para "agir bem" e ter controle dos negócios e também da vida emocional. 
Esse exercício, acrescenta, é aplicado em causa própria. Diniz afirma que, apesar de ser menos impactado que outros empresários, menores e mais vulneráveis, conhece muitas pessoas que sofrem na esteira da recessão que já mostrou um pouco da força no resultado do PIB do primeiro trimestre. "Também estamos envolvidos, sofrendo pelas pessoas, muita gente que conhecemos", diz. 
4. Não perder a esperança 
O quarto e último conselho é ter fé. Ao longo da vida, diz Abílio, perde-se muita coisa, a exceção da esperaça — algo difícil de subtrair do ser humano, diz. 
"Não podemos perder a esperança. É isso que pretendo passar para as pessoas que buscam a minha mentoria, para que consigam se manter otimistas em relação ao cenário atual", finaliza.
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Crises de cefaleia podem ser agravadas na quarentena, alerta médica

Crises de cefaleia podem ser agravadas na quarentena, alerta médica
Por Ludmilla Souza
Rio de Janeiro - O presidente Michel Temer e o governador Luiz Fernando Pezão participam da inauguração do centro de radiocirurgia do Instituto Estadual do Cérebro, no centro do Rio (Tânia Rêgo/Agência Brasil)A cefaleia é considerada a segunda condição médica mais comum da humanidade e atinge, aproximadamente, 15% da população brasileira, ou seja, cerca de 30 milhões de pessoas. As fortes dores de cabeça provocadas pela doença a classificam como incapacitante. Segundo a secretária do Departamento Científico de Cefaleia da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), a neurologista Célia Roesler, a patologia causa um grande impacto socioeconômico e é um dos principais motivos de falta ao trabalho. “Ela interrompe, muitas vezes, bons e importantes momentos da vida”.
Para conscientizar sobre a doença, especialistas em neurologia trabalharam durante o mês de maio, Mês Nacional de Combate à Cefaleia, em uma campanha para alertar a população sobre as dores de cabeça e orientar sobre os riscos e formas de prevenção.
Além disso, devido à quarentena, houve um aumento de queixas dos pacientes que tiveram as crises agravadas nesse período. Célia explica que isso acontece porque um indivíduo diagnosticado com cefaleia não pode sair muito da rotina.
“Com a pandemia, eles estão comendo diferente, com o sono desregulado, ingerindo alimentos mais calóricos e não estão fazendo atividades físicas. Além disso, há também o estresse, o sentimento de incerteza e a angústia de ficar o tempo todo dentro de casa”, explica a neurologista.

Crises durante o isolamento
A doula e educadora perinatal Laura Muller viu suas crises de cefaleia voltarem durante o isolamento social. “Tive muito problema de cefaleia na minha adolescência e no início da fase adulta fiz um tratamento com acupuntura e nunca mais tive. Não sou de reclamar de dor de cabeça, é muito difícil, mas este ano já tive várias crises de cefaleia, uma dor incômoda, impressionante”.
Laura conta que recorreu à aromaterapia e ao do-in (técnica de automassagem de origem oriental), para aliviar a dor. “Como a cefaleia é uma dor que acomete algumas grávidas e até puérperas, eu aprendi algumas técnicas de aromaterapia para dor de cabeça e do-in e apliquei em mim. Utilizei os óleos essenciais próprios para alívio de dor de cabeça e já ajudou bastante”.

Três ou mais dores de cabeça por mês
Quando um paciente apresenta três ou mais dores de cabeça por mês, durante três meses seguidos, é indispensável a procura por ajuda especializada. A campanha da Academia Brasileira de Neurologia também alerta sobre a contraindicação da automedicação, pois o uso constante e excessivo de analgésicos pode tornar crônica aquela dor que aparecia esporadicamente.
Apesar de não ter cura, contar com acompanhamento médico e cuidado adequado são ferramentas essenciais para melhorar a qualidade de vida de quem sofre com a doença. O tratamento preventivo é feito por uma combinação entre medicamentos e terapias não medicamentosas.
Os métodos alternativos podem auxiliar no alívio e na diminuição da frequência das crises. Célia recomenda, principalmente durante a quarentena, fazer meditação, alongamento, pegar quinze minutos de sol para ajudar a sincronizar o sono, procurar dormir nos horários habituais, alimentar-se de forma regrada, fazer atividade física regular e terapia cognitiva comportamental. “Tudo isso pode ajudar e evitar a piora do quadro”, recomenda a neurologista.
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Pandemia provoca maior redução no consumo das famílias desde o período do apagão do governo FHC

Pandemia provoca maior redução no consumo das famílias desde o período do apagão do governo FHC
O consumo das famílias foi o grande motor da economia brasileira nos últimos anos. Mas, desta vez, caminha para ser o vilão do Produto Interno Bruto (PIB). A pandemia do novo coronavírus, que provocou desemprego e queda de renda, afetou duramente o orçamento das famílias. Em consequência disso, o consumo familiar caiu 2% nos três primeiros meses do ano, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatístico (IBGE). Foi o maior recuo desde o apagão do setor elétrico, em 2001, quando houve racionamento de energia.
O consumo das famílias representa mais de dois terços do PIB, quando a medido pela ótica da demanda, por isso, sustentaram o ritmo de crescimento nos últimos anos. Desta vez, contudo, os brasileiros reduziram os gastos na quarentena, pois estão comprando apenas o essencial, devido ao fechamento do comércio, mas também porque perderam renda ou estão com medo de perder o emprego, segundo explicou a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis.
Por conta disso, R$ 77 bilhões “sumiram” da conta que representa o consumo das famílias no PIB. O valor despencou de R$ 1,24 trilhão, no último trimestre de 2019, para R$ 1,16 trilhão nos três primeiros meses deste ano. É dinheiro que deixou de ser gasto por trabalhadores como a manicure Luzineide da Silva, 38 anos, que está há mais de dois meses sem atender ninguém por conta do fechamento do comércio e, por isso, cortou todos os gastos que podia para poder fazer a feira da casa em que vive com os três filhos.
“Não fosse o auxílio emergencial, eu estaria sem nada. Ainda assim, precisei fazer cortes e fiquei devendo a casa, o IPTU e o cartão. Compro só o grosso da feira. Os meninos reclamam porque, às vezes, não tem biscoito para lanchar. Mas não dá, é comer o que tem e agradecer”, lamenta Luzineide.
Trabalhadores de maior renda, como a publicitária Marianna Rodrigues, 35, também cortaram gastos na crise. “Todos aqui de casa notaram uma redução grande nos gastos com gasolina e entretenimento, porque só estamos saindo de casa para comprar o essencial. Não vamos mais ao cinema ou a um restaurante, nem passamos pelas lojas para comprar outras coisas. E estamos mesmo querendo gastar só com coisas essenciais, porque não sabemos como vai ficar a economia daqui para a frente”, contou.
De acordo com economistas, essa tendência não deve se reverter tão cedo. No segundo trimestre, a retração do consumo das famílias será ainda maior e deve bater o recorde da série histórica do IBGE. A contração de 2% do primeiro trimestre pegou apenas os primeiros 15 dias de quarentena e o segundo trimestre terá, pelo menos, 60 dias de isolamento social.
Tanto entre os economistas quanto entre consumidores, já se sabe que o consumo vai ficar mais seletivo, mesmo depois do fim da quarentena, seja por conta das dívidas acumuladas por pessoas como Luzinete, que vai deixar de comprar a geladeira que queria para sair do vermelho, ou das incertezas de Marianna, que adiou o plano de trocar de carro para poder garantir uma reserva de emergência para a crise.
Correio Braziliense
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Estados Unidos têm onda de protestos por morte de George Floyd

Estados Unidos têm onda de protestos por morte de George Floyd

Após a morte de George Floyd, um homem negro de 46 anos, durante uma ação policial em Minessota, uma onda de protestos atingiu diversas regiões dos Estados Unidos (EUA). Floyd morreu após ser algemado e agredido por oficiais, mesmo sem ter apresentado resistência. O vídeo que registra o momento da abordagem viralizou nas redes sociais, causando revolta. 
Na madrugada deste sábado (30), a polícia de Detroit, em Michigan, confirmou a morte de um jovem de 19 anos, durante um tiroteio na região das manifestações. Entre as regiões que foram tomadas pelos manifestantes até agora, estão locais estratégicos de Washington e Nova York, além de duas das maiores cidades da Califórnia, como Los Angeles e São Francisco. Ao todo, neste momento, as manifestações se estendem por 17 estados americanos.
O governador de Minnesota, Tim Walz, afirmou que a situação no estado continua "incrivelmente perigosa" durante uma entrevista coletiva nesta madrugada. A capital Mineápolis, onde cerca de 50 pessoas foram presas durante a madrugada, ainda é considerada o epicentro dos protestos. Mesmo após decretado um toque de recolher, manifestantes permanecem nas ruas enfrentando tropas policiais e ateando fogo a carros e edifícios. 
No início da noite de sexta-feira (29), a polícia de Washington precisou formar um cerco de proteção à Casa Branca. O perímetro foi fechado depois que os manifestantes se aproximarem da Pennsylvania Avenue, onde fica a sede do governo. Agentes do serviço secreto não estão permitindo a entrada nem a saída do local. A CNN procurou o Serviço Secreto dos Estados Unidos, que ainda não se manifestou.

Também houve uma tentativa de invasão à uma delegacia em Nova York. Na cidade, em frente ao Barclays Center, alguns manifestantes jogaram garrafas de água e uma garrafa de tinta nos policiais do Departamento de Polícia local. A cidade de Atlanta, na Georgia, também registra incêndios em veículos e em parques. "Isto não é um protesto, é o caos", disse a prefeita Keisha Lance Bottoms.  
Em Charlotte, na Carolina do Norte, dezenas de pessoas foram presas após jogarem pedras em policiais em frente à uma delegacia. Em Las Vegas, Nevada, os protestos tomaram conta da principal avenida da cidade, a Las Vegas Strip, onde estão os famosos hotéis e cassinos.
A onda de protestos também atingiu os estados do Texas e Califórnia, onde pessoas empunhavam faixas ilustrando a frase "Black Lives Matter". Na cidade de São José, manifestantes bloquearam a rodovia 101 e quebraram vidros dos carros. Em Houston, cerca de 200 manifestantes foram presos durante a madrugada. 
A cidade de Dallas também reuniu manifestantes, mas em um ato pacífico. "Estamos deixando as ruas livres, mas não encoste em nossos oficiais", disse a chefe do departamento de polícia de Dallas, Renee Hall.

Tropas nas ruas
Em Atlanta, na Georgia, uma tropa com cerca de 500 soldados da Guarda Nacional foi acionada para patrulhar as ruas. O governador do estado, Brian Kemp, declarou estado de emergência para o condado de Fulton, devido ao avanço dos protestos na capital.
Em Mineápolis, epicentro das manifestações, o departamento de segurança pública enviou tropas com mais de 2.500 soldados para "limpar a área" e aplicar o toque de recolher. A medida foi tomada para conter manifestantes que ignoram as ordens da polícia e das autoridades locais de voltar para suas casas.
Durante uma coletiva de imprensa, o comissário do departamento de segurança pública de Minnesota, John Harrington, disse que esta é "uma das maiores forças policiais civis que o estado" já viu. Ainda assim, o número não é suficiente para conter os manifestantes, que permaneceram nas ruas durante toda a madrugada deste sábado (30).
De acordo com Harrington, foi feito um pedido para a Guarda Nacional aumentar substancialmente o número de oficiais na região. O major-general Jon Jensen, da Guarda Nacional de Minnesota, disse que, ao todo, deve disponibilizar mais de 1.700 oficiais até domingo (31).
Mais cedo, autoridades locais afirmaram que tiros foram disparados contra policiais de Mineápolis, mas que nenhum oficial foi ferido. Várias pessoas foram detidas até agora. Enquanto isso, balas de borracha e gás lacrimogêneo foram usados pela polícia para tentar dispersar a multidão.
Mais cedo, o governador do estado, Tim Walz, decretou toque de recolher a partir das 20h da noite nas cidades de Minneapolis e Saint Paul. "Esse é o momento de reconstruirmos a nossa comunidade e isso começa com a segurança nas nossas ruas", disse Walz.
"Milhares de cidadãos expressaram seu luto e frustração de uma maneira pacífica. Mas ações ilegais e perigosas de alguns, encobertas pela escuridão, causaram danos irreversíveis e prejuízos para a nossa comunidade", completou.
Em Los Angeles, a polícia local disse que os manifestantes que desobedecerem a ordem e permanecerem nas ruas serão presos. "Declaramos uma assembléia ilegal em todo o centro de Los Angeles. Essa decisão está sendo tomada após atos recorrentes de violência e danos à propriedade. Os cidadãos devem ficar em casa", disse a polícia de Los Angeles em comunicado.
No Texas, o prefeito de Houston, Sylvester Turner, usou suas redes sociais para pedir o fim dos protestos, na noite de sexta-feira (29). "Para a segurança de todos, estou pedindo que voltem para casa", twittou Turner. Autoridades municipais mandaram fechar todos os acesso ao centro da cidade.

Imprensa
Entre os ataques, manifestantes arremessaram bombas, tijolos e estilhaços de vidro na sede da CNN, em Atlanta. A fachada do edifício também foi pichada e uma bandeira dos Estados Unidos foi queimada em frente ao prédio. Uma barricada tentava conter a invasão à emissora americana. Ainda em frente à sede principal, os manifestantes exibiram placas com a mensagem #BlackLivesMatter ("vidas negras importam", em português). 
Durante uma tranmissão ao vivo dos protestos na cidade de Mineápolis, Omar Jimenez, um repórter da CNN, negro e latino, foi detido pela polícia, mesmo após se identificar como jornalista. O produtor Bill Kirkos e o fotógrafo Leonel Mendez, membros da equipe de Jimenez, também foram presos. O jornalista Josh Campbell, que é branco e estava no local, chegou a ser abordado, mas, diferente de Jimenez, não foi levado para a delegacia. Cerca de meia-hora depois, todos foram soltos.
Uma equipe de reportagem da Wave, afiliada da CNN, estava transmitindo ao vivo de Louisville, Kentucky, na noite desta sexta-feira (29), quando foi atingida por balas de pimenta arremessadas por policiais. "Acho que estávamos atrás da linha de combate deles, talvez um pouco perto demais", disse a repórter da Wave, Kaitlin Rust.
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País abriu 846,9 mil empresas no primeiro trimestre

País abriu 846,9 mil empresas no primeiro trimestre
Por Wellton Máximo
Comércio na SaaraO país vinha abrindo mais empresas antes da pandemia do novo coronavírus, revela levantamento divulgado pelo Ministério da Economia. De janeiro a março, 846.957 empresas foram abertas em todo o Brasil. Isso representa 14% a mais em relação ao último trimestre de 2019 e 8,6% a mais que o total de empresas abertas no primeiro trimestre do ano passado.
As atividades de maior crescimento foram, na ordem: cabeleireiros, manicure e pedicure (com 45.397 empresas abertas); comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios (42.864 empresas abertas); promoção de vendas (36.120 empresas abertas); obras de alvenaria (29.929 empresas abertas); e fornecimento de alimentos preparados preponderantemente para consumo domiciliar (23.383 empresas abertas).
No primeiro trimestre foram fechadas 292.378 empresas, o que significa saldo líquido (abertura menos fechamentos) de 554.579 novos negócios no país de janeiro a março. O Brasil encerrou o período com 18.296.851 empresas ativas.
O tempo médio para a abertura de uma empresa no país no primeiro trimestre de 2020 ficou em 3 dias e 16 horas. Nos mesmos meses do ano passado, a média nacional estava em 5 dias e 9 horas.

Ferramenta
Os números foram obtidos por meio da ferramenta Mapa de Empresas <https://www.gov.br/governodigital/pt-br/mapa-de-empresas>, lançada pelo Ministério da Economia para monitorar o empreendedorismo no país, com informações sobre a abertura e o fechamento de empresas, a localização dos negócios, o ramo de atividade, o tempo médio de abertura e a natureza jurídica (empresa individual, sociedade aberta, cooperativa e outros).
Segundo a Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, o site expõe dados úteis para o desenvolvimento de empresas e a modificação dos negócios existentes. Com base nessas informações, o empresário pode fazer análise de mercados, medir a concorrência e rastrear clientes e fornecedores por tipo de atividade econômica.
Os dados serão atualizados uma vez por mês. O sistema foi desenvolvido em parceria com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro).

Cruzamento de informações
O cruzamento de informações foi possível por causa da desburocratização das Juntas Comerciais em todo o país. No fim do ano passado, a Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim) simplificou a abertura de empresas e de filiais, além de acelerar a transferência, a alteração e a extinção de registros <https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-11/empresas-poderao-abrir-filiais-em-outros-estados-instantaneamente>.
Coordenada pelo Ministério da Economia em associação com entidades de empresas e representantes das Juntas Comerciais, a Redesim discutiu, por quase dois anos, medidas para simplificar o processo de abertura e de fechamento de empresas. Com os dados obtidos de forma mais rápida e regionalizada, as informações podem ser cruzadas.
Segundo o Ministério da Economia, a ferramenta pode ser usada na formulação de políticas públicas por prefeituras e governos estaduais. Isso porque o Mapa de Empesas permite verificar qual tipo de atividade está crescendo ou decaindo, em quais estados e municípios, e permite analisar o tempo médio para iniciar novos negócios em determinada localidade, buscando acelerar o processo nas áreas em que a demora é maior.
O tempo médio de abertura do negócio leva em conta o cumprimento da etapa da viabilidade – em que município e Junta Comercial confirmam a possibilidade de a empresa estabelecer-se no endereço indicado e usar o nome escolhido – e da etapa do registro – em que a Junta Comercial arquiva os documentos da empresa e fornece número do Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ).
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Gabbardo: ‘Não tem sentido parar local onde a circulação do vírus é baixa’

Gabbardo: ‘Não tem sentido parar local onde a circulação do vírus é baixa’
O secretário-executivo do Centro de Contigência do combate ao coronavírus de São Paulo, João Gabbardo, defendeu hoje que o estado não adote um único protocolo de reabertura pós-quarentena para todos os municípios.
“Os estados não têm a mesma situação. Nós estamos aqui numa situação de que apenas uma pessoa em 500 testa positivo para coronavírus, é muito baixo. Então não tem sentido, em um local onde a circulação do vírus é tão baixa, ficar tudo paralisado”, disse, à GloboNews.
Gabbardo defendeu o programa de reabertura apresentado nesta semana e acredita que, para definir reabertura ou não de determinados locais, é necessário identificar duas questões fundamentais: a velocidade da infecção e a capacidade dos leitos hospitalares.
“Se a velocidade [da infecção] mostra diminuição de casos e óbitos e o estado tem capacidade de atendimento, não tem por que restringir mais. Cada local tem que ser tratado conforme sua característica. A ideia é monitorar e, em uma semana, corrigir a cor da bandeira da região de acordo com esses critérios”, disse.
O ex-secretário defendeu, também, a reabertura de shoppings na capital ainda em junho.
“A abertura de shoppings vai ser com uma capacidade pequena, com muitos critérios de segurança, só pode entrar na loja 2 ou 3 pessoas, há uma série de medidas que vão criar um distanciamento e impedir a disseminação da doença”, explicou.
Ele deixou o Ministério da Saúde após a saída do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta, demitido em abril.
UOL
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Jovem morre durante protesto por homem negro morto por policial branco nos EUA

Jovem morre durante protesto por homem negro morto por policial branco nos EUA

Na madrugada deste sábado (30), a polícia de Detroit (EUA) confirmou a morte de um jovem de 19 anos, baleado durante protestos pelo assassinato de George Floyd, um homem negro de 46 anos que foi asfixiado até a morte por um policial branco de Minneapolis.  
Os tiros foram disparados por um suspeito desconhecido, que dirigia um Dodge Durango cinza. A vítima chegou a ser encaminhada para um hospital da região, mas acabou morrendo. A polícia de Detroit não confirmou se o jovem participava dos protestos, mas disse que estava em meio a um tiroteio que aconteceu no centro da cidade, onde as manifestações seguem ocorrendo.
Mais cedo, o chefe da polícia de Detroit, James Craig, disse que uma pessoa havia sido presa depois de tentar atropelar um policial. “Não vou ficar parado e deixar que uma pequena minoria de criminosos entre aqui e ataque nossos policiais. Não vamos tolerar isso ”, disse Craig.

Protestos pelos EUA
Na madrugada de sábado (30), as manifestações se espalhavam por 17 estados americanos, atingindo cidades como Nova York, Los Angeles, Washington e São Francisco.
O governador de Minnesota, Tim Walz, afirmou que a situação no estado continua "incrivelmente perigosa" durante uma entrevista coletiva nesta madrugada. A capital Minneapolis, onde cerca de 50 pessoas foram presas durante a madrugada, ainda é considerada o epicentro dos protestos mesmo após decretado um toque de recolher. 
No início da noite de sexta-feira (29), a polícia de Washington precisou formar um cerco de proteção à Casa Branca.
Em Atlanta, manifestantes arremessaram bombas, tijolos e estilhaços de vidro na sede da CNN. A fachada do edifício também foi pichada e uma bandeira dos Estados Unidos foi queimada em frente ao prédio. Os manifestantes exibiram placas com a mensagem #BlackLivesMatter ("vidas negras importam", em português). 
Durante uma transmissão ao vivo dos protestos na cidade de Minneapolis, Omar Jimenez, um repórter da CNN, negro e latino, foi detido pela polícia, mesmo após se identificar como jornalista. O produtor Bill Kirkos e o fotógrafo Leonel Mendez, membros da equipe de Jimenez, também foram presos. O jornalista Josh Campbell, que é branco e estava no local, chegou a ser abordado, mas, diferente de Jimenez, não foi levado para a delegacia. Cerca de meia hora depois, todos foram soltos.
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Petrobras vai apoiar projetos de animação para crianças de até 6 anos

Petrobras vai apoiar projetos de animação para crianças de até 6 anos
Por Alana Gandra
 Brasília - A mostra Anima Mundi oferece oficinas gratuitas de animação com a técnica stop motion, que utiliza massa de modelar na criação de roteiros e personagens (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)A Petrobras abre, no final de junho, inscrições para a segunda etapa do projeto Petrobras Cultural para Crianças, com foco no audiovisual, no segmento de animação. Essa é a primeira vez que o projeto se volta para crianças de até 6 anos.
A primeira etapa, encerrada no dia 15, para projetos de artes cênicas, recebeu 938 inscrições. O gerente de Patrocínios e Eventos da Petrobras, Aislan Greca, informou que essa foi a primeira de uma série de três chamadas para patrocínios que serão lançadas este ano, totalizando R$ 10 milhões.
Para essa primeira chamada, a verba será de R$ 3 milhões, destinada a projetos de dança, teatro e circo. Os projetos de animação deverão ser contemplados com R$ 4 milhões, enquanto a terceira chamada, para feiras literárias, tem patrocínio previsto de R$ 3 milhões.

Artes cênicas
Greca disse que a empresa ficou muito feliz com o resultado da primeira chamada. “A classe artística abraçou a ideia junto com a gente. Foram 938 inscrições de todo o Brasil. Isso, para a gente, foi muito bom por ser focado majoritariamente para crianças até 6 anos de idade”. Greca destacou a descentralização apresentada nas inscrições, que teve projetos de todas as regiões brasileiras.
Uma comissão técnica formada por profissionais da área de patrocínio da Petrobras, auxiliados por especialistas em primeira infância e artes cênicas, selecionará as melhores propostas de espetáculos. “A gente vê a possibilidade de ter esse tipo de ação cultural, de projeto, fora do eixo tradicional do Rio de Janeiro/São Paulo, e ter mais espetáculos para esse público”.
A divulgação dos vencedores para artes cênicas é prevista para o final de julho. A ideia, disse Greca, é que os projetos selecionados possam começar a ser produzidos a partir de outubro ou novembro, com atuação mais forte em 2021.
Animação
De acordo com o gerente de Patrocínios e Eventos da Petrobras, para se candidatar à verba de patrocínio do Petrobras Cultural para Crianças na área da animação, o projeto tem que estar vinculado ao Artigo 18 da Lei Rouanet, que trata de audiovisuais de curta e média metragem.
Uma das condições definidas é que as animações ocorram em plataformas de streaming (difusão de dados frequentemente utilizada para distribuir conteúdo multimídia por meio da internet). “Que seja disseminada essa animação em qualquer plataforma streaming, para que a gente possa dar mais acesso [às pessoa] do que só nas salas de cinema, para que seja veiculado, prioritariamente, pela internet”, disse Greca. O produtor das animações tem que ser brasileiro ou naturalizado brasileiro.
A decisão de iniciar as inscrições dessa segunda etapa do Petrobras Cultural para Crianças no final de junho está em consonância com a preocupação da companhia de auxiliar no processo de retomada da cultura nacional após o fim da pandemia do novo coronavírus.
“As pessoas buscam a cultura e eu acho que a gente tem que estar junto nisso. A gente não sabe quanto tempo isso ainda vai durar, mas a animação se consegue fazer com certo distanciamento social. Você não precisa montar estúdio e consegue produzir um conteúdo mesmo com alguma restrição que possa vir”.
Feiras de livros
Para as feiras literárias, que integram a terceira chamada do edital, as inscrições deverão ser abertas no final deste ano, visando sua realização também no ano que vem. “A gente está vendo lá na frente já. A ideia é que quando o país voltar com tudo e acabe essa fase, a gente já tenha as coisas mais ou menos engatilhadas e possa ajudar nessa retomada [da cultura]”, disse o gerente de Patrocínios e Eventos da Petrobras.
Segundo informou a assessoria de imprensa da Petrobras, a empresa está investindo nessa faixa etária devido à importância dessa fase da vida. Pesquisas reforçam que é na primeira infância que se desenvolvem as habilidades cognitivas fundamentais que vão durar para toda a vida. Até os 6 anos, o cérebro da criança tem um poder grande de absorção, constituindo um território fértil e aberto para as práticas artísticas, educativas e culturais.
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Covid-19: Brasil agiu rápido pelos vulneráveis, afirma presidente da Caixa

Covid-19: Brasil agiu rápido pelos vulneráveis, afirma presidente da Caixa

Nenhum país foi tão rápido quanto o Brasil no socorro financeiro à população mais afetada pela interrupção da renda, efeito do isolamento social provocado pela pandemia da covid-19.
Foi o que lembrou Pedro Guimarães, presidente da Caixa Econômica Federal, em entrevista ontem ao CB.Poder — uma parceria do Correio Braziliense e da TV Brasília.
Ele lembrou que a “lei (que criou o auxílio emergencial de R$ 600) foi promulgada em 2 de abril. Cinco dias depois, lançamos o aplicativo, que teve, no primeiro dia, 42 milhões de cadastros. Dois dias depois, estávamos pagando 2,5 milhões de brasileiros”.
Guimarães reconheceu que houve atropelos, em função da necessidade de atender rapidamente às pessoas, mas, à medida que o programa foi avançando, os problemas estruturais foram sendo mitigados. Confira, a seguir, os principais pontos da entrevista.
A Caixa paga o auxílio emergencial de R$ 600 por meio de celular. Como funciona esse aplicativo e como facilita a vida das pessoas?
Realizamos o pagamento da primeira parcela para 59 milhões de brasileiros e, hoje (ontem), da segunda parcela para 50 milhões. Tem cerca de 8,5 milhões que acabamos de pagar a primeira parcela, então a segunda será paga dentro de algumas semanas. Qual é a novidade? Temos um benefício a mais para vocês. Além de poderem comprar em mais de mil sites simplesmente com o cartão de débito, originado no aplicativo do Caixa Tem, também podem ser feitos pagamentos de conta de água, de luz, de gás, de telefone. Outra novidade é a possibilidade do uso pelas maquininhas de cartão.
As pessoas que estão sendo aprovadas agora vão receber três parcelas de R$ 600?
Todos receberão três parcelas. Tem até o dia 3 de julho para realizar o cadastro. Então, quem se cadastrar até esta data, e for aprovado, receberá as três parcelas.
Com essa base vai ser possível montar um programa social muito mais abrangente do que o Bolsa Família, por exemplo?
Sim. Primeiro ponto é que todos os programas sociais que a Caixa paga, queremos que seja por meio dessas contas digitais.
Confira a entrevista completa aqui.
Correio Braziliense
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Governo avalia seguir Trump e reduzir proteção legal de mídias sociais no Brasil, diz assessor especial da Presidência

Governo avalia seguir Trump e reduzir proteção legal de mídias sociais no Brasil, diz assessor especial da Presidência
O assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais Filipe Martins afirmou que o governo avalia editar normas semelhantes às de Donald Trump para retirar uma espécie de “proteção legal” para empresas de mídias sociais.
“As redes sociais são serviços de utilidade pública e, desta forma, devem pautar sua atuação no respeito às liberdades fundamentais, à privacidade de seus usuários e, sobretudo, à não-interferência no debate político doméstico de cada país, que deve ser livre e espontâneo”, disse Filipe Martins no Twitter.
E completou:
“É isso tudo que torna a medida executiva contra a censura nas redes sociais, assinada hoje pelo Presidente Trump, tão importante. O Governo brasileiro está estudando essa medida e buscará implementar, pelas vias cabíveis, normas similares para garantir a liberdade nas redes”, escreveu Filipe Martins.
O Antagonista
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Governo tenta acordo com STF

Governo tenta acordo com STF

O governo tenta um acordo com o Supremo Tribunal Federal. Nesta sexta-feira (29), o ministro da Justiça, André Mendonça, procurou ministros da corte para tentar distensionar o ambiente político.
Na mesma toada, do hospital, o presidente do STF, Dias Toffoli, que esta afastado do cargo após passar por uma cirurgia, falou com ministros da ala militar do governo. O presidente em exercício da corte, Luiz Fux, fez o mesmo movimento.
O governo então decidiu que o melhor era o ministro da Educação, Abraham Weintraub, ir depor. Em troca, Fux, conforme informou a analista de politica Basilia Rodrigues, deixou claro que só tomará uma decisão sobre a suspensão do inquérito das fake news quando Toffoli retornar.
"É suicídio brigar com o STF. Se o STF quiser, derruba o presidente", disse à CNN um interlocutor do presidente. Por sua vez, um ministro do STF declarou sob reserva à CNN: "O governo reavaliou a situação. Tem o 'mata e esfola' do presidente e depois caíram na real".
CNN

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Força mental pode ser ponto forte do judô brasileiro na Olimpíada

Força mental pode ser ponto forte do judô brasileiro na Olimpíada
Por Juliano Justo
Yuko Fujii (C), treinadora da seleção brasileira masculina de judô, durante treinamento para o Mundial de Baku 2018. No comando da seleção brasileira masculina de judô desde 2018, a sensei Yuko Fujii, nascida na cidade de Toyoake (Japão), chegou ao Brasil cinco anos antes, após uma atuação de destaque na equipe técnica da equipe britânica na Olimpíada de Londres 2012. Antes de se tornar a primeira mulher a assumir o time masculino na história da modalidade no país - Yuko Fujii assumiu a função com a saída do do sensei Fúlvio Myata - a treinadora passou por todas as equipes de base do judô brasileiro. Na última quarta-feira (27), durante uma live (transmissão ao vivo) no perfil oficial da Federação Piauiense de Judô (FPIJ), a treinadora minimizou o fato de ser uma mulher a treinar uma equipe composta exclusivamente por homens. 
"A gente viaja muito para compartilhar o trabalho. Converso bastante com várias pessoas do judô em todo país. Foi aí que eu consegui entender como funciona o esporte por aqui. Isso facilitou muito o meu ingresso na seleção. Tive um contato grande com o sensei Luiz "Jun" Shinohara e com o próprio sensei Fúlvio Myata. A Confederação tem também uma equipe multidisciplinar que divide essa pressão comigo”.
Quando chegou ao país em 2013, Yuko Fujii lembra que se surpreendeu ao se deparar com o nível técnico do judô brasileiro "Vi que vocês têm um judô limpo, bonito, parecido com o praticado no Japão".
Mesmo sem fazer uma projeção de medalhas a serem conquistadas nos Jogos Olímpicos de Tóquio (Japão), adiados para o ano que vem, Yuko Fujii salientou um ponto que pode pesar a favor da seleção. "Os brasileiros têm a parte mental e psicológica muito forte. Nesse período de pandemia, todos estão mantendo o treino o mais próximo possível do ideal, mesmo estando dentro de casa. O nosso foco, agora, é a parte física. E eles ‘compraram’ a nossa ideia. Queremos que os atletas tenham a menor perda [física] possível. Hoje, não temos competição. Então, ficamos sem referência. Por isso, a orientação é manter o trabalho dia a dia. E eles estão fazendo isso", elogiou.
Início de 2020 promissor
Segundo a treinadora, a temporada passada foi um ano de paciência. "Tivemos realmente uma fase difícil em 2019". Mas, Yuko Fujii destaca que os resultados começavam a aparecer no início deste ano.. "Começamos lá em janeiro com as medalhas conquistadas na primeira competição do ano, o Grand Prix de Tel Aviv (Israel). Foi muito bom. Tivemos uma participação destacada, principalmente, com os jovens". 
A competição em Tel Aviv distribuiu até 700 pontos no ranking olímpico. O judoca  Leonardo Gonçalves, de 24 anos, conquistou a prata na categoria até 100 quilos. O Brasil faturou ainda quatro bronzes com Daniel Cargnin, de 22 anos (66 kg),  Eduardo Yudy Santos, de 25 anos (até 81 kg), Rafael Macedo, de 25 anos (90 kg). Vale destacar que, desse grupo, apenas Buzacarini já acumulava experiência olímpica.
As conquistas seguiram em fevereiro. No Aberto de Sófia (Bulgária), teve dobradinha verde e amarela entre os ligeiros (60kg): Phelipe Pelim foi  ouro, e Allan Kuwabara, bronze. No outro Aberto, o de Oberwart (Áustria), mais duas medalhas: Leonardo Gonçalves, faturou o ouro, e Rafael Buzacarini, a prata, ambos na categoria até 100 kg. Enquanto isso, o desempenho brasileiro nos dois Grand Slams, principais competições do circuito, foi de apenas uma medalha. Depois de passar em branco na competição de Paris (França), no início de fevereiro, a delegação nacional trouxe o bronze de Düsseldorf (Alemanha), com Rafael Silva (categoria acima de 100 kg), no final do mesmo mês.

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PF pede 30 dias para concluir inquérito que investiga se Bolsonaro interferiu na corporação

PF pede 30 dias para concluir inquérito que investiga se Bolsonaro interferiu na corporação
A PF (Polícia Federal) pediu mais 30 dias de prazo para concluir as investigações do inquérito que investiga se o presidente Jair Bolsonaro tentou interferir no comando da corporação, conforme alegou o ex-ministro da Justiça Sérgio Moro.
Antes de decidir sobre o pedido da PF, o ministro Celso de Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal), pediu manifestação do procurador-geral da República, Augusto Aras, que será o responsável por decidir se, ao fim das apurações, denuncia o presidente ou arquiva o caso. A expectativa é que Bolsonaro seja interrogado por escrito no inquérito ao fim das investigações.
“Trata-se de pedido formulado pela excelentíssima senhora chefe do Serviço de Inquéritos da Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal (SINQ/DICOR), dra. Christiane Correa Machado, que requer, com apoio em fundamentadas razões , dilação de prazo (30 dias) para conclusão da presente investigação criminal”, disse Celso de Mello.
“Ouça-se, previamente, o eminente senhor procurador-geral da República, em sua condição de ‘dominus litis’ (titular da ação)”, completou.
O inquérito foi aberto em abril, após as acusações feitas por Moro ao pedir demissão do cargo. Até o momento, uma série de depoimentos foi tomada e também tornado público um vídeo, por determinação de Celso de Mello, de uma reunião ministerial do dia 22 do mês passado, em que Moro disse ter sido ameaçado por Bolsonaro de demissão diante da pressão por troca na PF. O presidente nega as acusações e disse que se referia à sua segurança pessoal.
R7
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Trump anuncia rompimento com a OMS em meio à pandemia de Covid-19

Trump anuncia rompimento com a OMS em meio à pandemia de Covid-19

Em meio à pandemia de Covid-19 no mundo, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira (29) o rompimento do país com a OMS (Organização Mundial da Saúde). Trump disse que os EUA vão destinar os recursos destinados à entidade para outras fundações de saúde ao redor do mundo.
Trump culpou a conduta da OMS diante da pandemia do novo coronavírus na China como parte do motivo para o rompimento. Os EUA são o maior contribuinte de recursos à organização -- segundo o Banco Mundial, em 2019, o país destinou mais de US$ 400 milhões à entidade, cerca de 15% do orçamento da OMS naquele momento. 
Os EUA são o país mais afetado, em números absolutos, pela Covid-19. Segundo a universidade Johns Hopkins, que monitora casos da doença ao redor do mundo, já houve 1,7 milhão de casos do novo coronavírus nos EUA, deixando mais de 100 mil mortos. 
A decisão também tem como pano de fundo as críticas que o governo Trump sofreu por sua condução da crise provocada pela pandemia em pleno ano eleitoral nos EUA -- o presidente vai disputar a reeleição. Em meio às críticas à resposta americana à pandemia, Trump tem adotado como tática de comunicação fazer repetidas acusações à China e à OMS.
Em abril, uma reportagem da TV americana ABC revelou que integrantes da Inteligência americana haviam alertado sobre a ameaça do novo coronavírus já em novembro de 2019, quando o vírus ainda não tinha saído da China. As informações foram repassadas múltiplas vezes para a Casa Branca, Agência de Inteligência do Governo e para o Pentágono, sede do Departamento de Defesa.
Também em abril, o médico Anthony Fauci, integrante da força-tarefa da Casa Branca contra a Covid-19, afirmou que ter iniciado o isolamento social mais cedo nos EUA teria prevenido mortes no país.
Questionado por que Trump não recomendou o distanciamento social até o meio de março, cerca de três semanas após os especialistas de saúde do país recomendarem que isso deveria ter sido feito, Fauci afirmou que "às vezes, a recomendação é aceita, às vezes não".
Rompimento
Foi justamente em abril, em meio à crescente de críticas, que Trump decidiu suspender as contribuições dos EUA à OMS, acusando-a de promover a "desinformação" da China sobre a pandemia de coronavírus e dizendo que sua administração faria uma revisão da entidade. Representantes da OMS negaram as acusações, e a China insistiu que foi transparente e aberta.
Há menos de duas semanas, Trump chegou a dizer que considerava restabelecer parte do financiamento americano à OMS, mas em um volume muito menor -- cerca de 10% do volume anterior.
Dez dias atrás, o presidente americano afirmou que cortaria o financiamento em definitivo caso a OMS não se comprometesse com "melhorias substantivas" em 30 dias.
Hoje, ao anunciar o rompimento, Trump voltou a falar sobre a necessidade de reformas, mas sem dar detalhes sobre quais seriam elas.
"Nós detalhamos as reformas que [a OMS] deve fazer e tratamos com eles diretamente, mas eles se recusaram a agir. Como eles falharam em fazer as necessárias e pedidas reformas, hoje vamos encerrar nosso relacionamento com a Organização Mundial de Saúde, e redirecionar esses fundos para outras necessidades globais urgentes de saúde pública", afirmou Trump.
Segundo o presidente, "o mundo precisa de respostas da China sobre o vírus" e que transparência é necessária.
Trump voltou a acusar a China de não ter informado a OMS corretamente sobre o novo coronavírus e disse que o país pressionou a organização a "enganar o mundo".
Para o presidente americano, a China tem "controle total" sobre a OMS apesar de contribuir com cifras bem mais modestas com o orçamento da entidade -- US$ 40 milhões, segundo Trump.
O rompimento com a OMS engrossa a lista de organizações e tratados multilaterais dos quais os EUA se afastaram durante o governo Trump. Antes, o país já havia deixado o Conselho de Direitos Humanos da ONU, a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), o acordo de Paris sobre mudanças climáticas e o acordo nuclear com o Irã.
Até as 17h00 (horário de Brasília), não havia manifestação da OMS sobre o anúncio de Trump no site da organização ou em suas redes sociais.
Com Reuters
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