A Origem da Palavra Blog

Blog é a forma abreviada de “weblog”. O termo “weblog” foi criado em Dezembro de 1997 por um americano chamado Jorn Barger. Ele usou-o para indicar que se iria registar enquanto navegava on-line. Mais tarde, em 1999, um outro internauta de nome Peter Merholz, mudou o termo “weblog” para “we blog” num dos seus posts. Talvez por ser mais fácil de pronunciar as pessoas passaram a usar a expressão abreviada de “weblog”..

Deputado sugere mototaxistas para entrega de merenda escolar da rede pública

Deputado sugere mototaxistas para entrega de merenda escolar da rede pública
Após protocolar requerimento nesta quarta-feira (29),  o deputado estadual Nelter Queiroz (MDB) defendeu, durante sessão remota da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, a entrega de merenda para alunos da rede pública estadual de ensino através de mototaxistas filiados a cooperativas do segmento.
“Pleito de grande importância e que merece urgência em sua análise e viabilização. A sugestão em questão tem grande alcance e importância social. Sua concretização beneficiará os alunos da rede pública de ensino, principalmente os mais humildes e vulneráveis, e os mototaxistas, profissionais esses que tiveram o desenvolvimento de suas atividades prejudicadas em virtude da pandemia”, ressaltou Nelter.
De acordo com o parlamentar, a ideia direcionada ao Governo do Estado através da Secretaria de Estado da Educação, da Cultura, do Esporte e do Lazer (SEEC), propõe melhorar a logística para a entrega de merenda escolar e segue em consonância com recomendação conjunta emitida pela Defensoria Pública do Estado (DPE) e pelo Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte (MPE) na última quinta-feira (23).
O texto orienta que a SEEC utilize todos os recursos disponíveis para fornecer kit de alimentos ou voucher para aquisição de alimentos aos alunos da rede estadual de ensino enquanto perdurar a suspensão das atividades escolares em decorrência da pandemia da Covid-19.
Ainda de acordo com o deputado, sua sugestão também é direcionada às prefeituras potiguares e que além dos benefícios já citados anteriormente, a distribuição de merenda aos alunos através de mototaxistas evita a aglomeração social.
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Tomba Farias cobra solução para falta de água em comunidade rural de Tangará

Tomba Farias cobra solução para falta de água em comunidade rural de Tangará
Destacando que o fornecimento regular de água potável é essencial à saúde das famílias, principalmente diante da pandemia causada pelo novo coronavírus, o deputado estadual Tomba Farias (PSDB) solicitou à governadora Fátima Bezerra (PT) que determine à CAERN que solucione em regime de urgência o problema da irregularidade do abastecimento de água, que atinge cerca de 300 famílias localizadas no Assentamento Uirapuru, no município de Tangará.
O parlamentar municipalista defendeu que, após estudos de viabilidade técnica, se realize a instalação de um sistema de abastecimento de água que seja interligado diretamente à Adutora Monsenhor Expedito, iniciativa essa que é de fundamental importância para resolver a situação de escassez de água existente no Assentamento.
“O Assentamento Uirapuru não possui um sistema eficiente de abastecimento de água. Segundo relatos das famílias, as constantes ausências de água em suas residências ocorrem pelo fato de que a rede que abastece o Assentamento não é interligada diretamente à Adutora Monsenhor Expedito e sim a uma caixa d’água, que também abastece outras localidades do município”, explica o parlamentar.
Para consolidar seus argumentos, Tomba Farias enfatiza que outras comunidades rurais que possuem as suas redes de abastecimento interligadas diretamente à Adutora não sofrem com as constantes faltas de água. “A falta de água no Assentamento Uirapuru chega a perdurar cerca 20 dias ao mês, segundo relatos de Regilene, que é a presidente da Associação dos Moradores do Assentamento Uirapuru. Trata-se de uma situação preocupante, pois água potável é essencial à saúde das famílias”, reforça.
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Kleber Rodrigues destaca renovação de empréstimos para servidores

Kleber Rodrigues destaca renovação de empréstimos para servidores
Durante a sessão ordinária da Assembleia Legislativa desta quinta-feira (30), realizada por Sistema de Deliberação Remota (SDR), o deputado Kleber Rodrigues (PL) parabenizou a iniciativa do Banco do Brasil em facilitar a renovação de empréstimos para servidores aposentados e pensionistas do Estado e da prefeitura de Natal. Além disso, destacou a atuação da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) da Casa na aprovação de Projetos de Lei importantes neste período de pandemia.
“Gostaria de comunicar que recebi a informação do superintendente do Banco do Brasil a respeito do compromisso da instituição em disponibilizar, para todos os servidores aposentados e pensionistas do Estado e da prefeitura de Natal, a renovação de seus empréstimos com carência de 180 dias. Então os servidores podem acessar o aplicativo ou ligar para 4004-0001 e buscar a renovação de seus empréstimos nesse momento tão tenso de pandemia, que tem matado, infelizmente, tantas pessoas por todo o mundo”, informou.
Sobre os trabalhos realizados pela CCJ, comissão da qual é presidente, Kleber Rodrigues ressaltou a apreciação de 11 Projetos de Lei durante reuniões extraordinárias na sexta-feira (24) e terça-feira (28). “Na ocasião nós analisamos 11 Projetos de Lei muito interessantes, alguns deles tratando da Covid-19, e boa parte foi aprovada por unanimidade”, detalhou, agradecendo o empenho de todos os membros da comissão.
Por fim, o deputado lembrou a todos sobre a próxima reunião da referida equipe parlamentar. “Então, na próxima terça-feira (5), daremos continuidade a essa Comissão, que é a maior da Casa, para podermos dar celeridade a todos os projetos que são protocolados por cada deputado nesse momento de pandemia de coronavírus. E eu quero reforçar minha torcida para que tudo isso passe logo, pois, além dos prejuízos econômicos, o mais importante e lamentável está sendo a perda de tantas pessoas no Brasil e no mundo”, concluiu Kleber.
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Deputados cobram implantação e pagamento do piso dos professores no RN

Deputados cobram implantação e pagamento do piso dos professores no RN

A implantação e o pagamento do reajuste do Piso Nacional do Magistério no Rio Grande do Norte foi tema de discussão dos deputados estaduais na sessão ordinária por videoconferência, realizada nesta quinta-feira (30).
O deputado estadual Kelps Lima (SDD) foi o primeiro a cobrar ao Governo prioridade no pagamento do piso dos professores no Estado. “A governadora Fátima Bezerra pregou durante a vida inteira que o piso salarial dos professores deveria ser pago com crise ou sem crise. E agora o governo tem uma nova retórica”, discursou.
Kelps ressaltou que falta diálogo da governadora com os professores. “Você não precisa pagar, basta dialogar. Mas o que a governadora está fazendo é dialogar com a presidente do sindicato dos professores, que é do seu partido. Então ela dialoga com uma correligionária de partido”, disse.
O parlamentar frisou que a mudança de discurso da governadora chega a ser uma decepção. “Há uma contradição no discurso da governadora, de quando era sindicalista e agora a frente do Governo do Estado. Foi assim com a Reforma da Previdência do seu governo. Foi assim quando escolheu seu secretariado e não deu espaço as mulheres. Está sendo assim quando diferencia os policiais dos professores”, citou Kelps.
O deputado Tomba Farias (PSDB) respaldou o pronunciamento do deputado Kelps Lima, ao cobrar do Governo do Estado uma solução para o pagamento do piso salarial dos professores no Estado e nos municípios. “O apoio de Fátima sempre foi absoluto às greves para arrancar o piso dos professores. Infelizmente não é o que estamos vendo agora no Governo do Estado e em cidades administradas por seus correligionários como em Currais Novos”, ressaltou.
Tomba enfatizou que naquele município, administrado pelo prefeito Odon Júnior (PT), o piso dos professores também não está sendo pago, ao contrário do que havia sido informado pelo deputado estadual Francisco do PT, durante sessão ordinária de ontem (29). “Ao contrário do que disse o colega Francisco, em Currais Novos não se paga o piso dos professores. Ontem, inclusive, o prefeito, em sessão da câmara, vetou o reajuste do piso. Hoje naquele município os professores recebem 32% a menos do que o piso nacional", lamentou.
Ainda sobre o tema o deputado Francisco do PT revelou que em conversa recente com a governadora Fátima Bezerra foi informado que a atual administração estadual está fazendo tudo que pode para que o piso nacional dos professores seja implementado e pago no RN.
“A governadora me garantiu que estão sendo realizados estudos e muito planejamento para que o direito dos professores ao piso salarial seja respeitado e pago em todo o Rio Grande do Norte”, informou.
Francisco ressaltou o trabalho que a Comissão de Educação da Assembleia Legislativa vem realizando ao intermediar as negociações entre os representantes dos professores e o Governo do Estado.“É preciso destacar o trabalho realizado na Comissão de Educação desta Casa. Já nos reunimos com os representantes dos professores e com o Governo. Acreditamos que chegaremos a uma solução que nem prejudique os professores e que o governo tenha como cumprir”, disse Francisco.
O deputado Allyson Bezerra (SDD) lamentou o fato do Governo do Estado não priorizar o pagamento do piso dos professores. “Quando a governadora assumiu o governo, os professores tinham esperança de ter o seu direito respeitado, mas ao contrário, a professora Fátima não tem priorizado um direito da classe a qual pertence, o que é lamentável”, disse.
Allyson Bezerra trouxe ao debate o exemplo a cidade de Jucurutu, município que, de acordo com o parlamentar, cumpre rigorosamente o piso dos professores. “Que a governadora possa seguir o exemplo do prefeito de Jucurutu que tem feito um grande esforço e vem pagando o piso dos professores e, com isso, valorizando a educação e proporcionando mais qualidade para os estudantes daquele município”, destacou.
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Nelter critica projeção do Governo sobre casos de Covid-19

Nelter critica projeção do Governo sobre casos de Covid-19
Em pronunciamento durante a sessão ordinária da Assembleia Legislativa, realizada por videoconferência, nesta quinta-feira (30), o deputado Nelter Queiroz (MDB) criticou as projeções estatísticas realizadas pela Secretaria de Saúde do RN a respeito do novo Coronavírus, e cobrou pronunciamento da governadora Fátima Bezerra (PT) a respeito da abertura das academias de ginástica do Estado.
“Eu estava analisando as contas da projeção do Secretário de Saúde, que disse que haveria, até o dia 15 de maio, 11.300 mortes por Covid-19 no RN. Estamos acompanhando e sabemos que morreram, até hoje, 54 pessoas. E será que foram todos por Coronavírus? Não sei, mas se foram, eu acho que uma projeção mais realista, seria, até dia 15 de maio, chegarmos a aproximadamente 70 óbitos”, contestou o parlamentar.
Segundo Nelter, a informação causou pânico, medo e ansiedade na população do Rio Grande do Norte. “O secretário foi muito infeliz, e no meu ponto de vista, já deveria ter sido afastado, porque esses dados deixaram a população muito nervosa”, acrescentou.
A respeito da sua solicitação de reabertura das academias, Nelter Queiroz cobrou posicionamentos da governadora Fátima Bezerra e dos deputados que apoiam o Governo. “Essa medida é importante para a Saúde, porque as pessoas podem chegar a falecer ou cometer suicídio, por não conseguirem fazer seus exercícios diários. Os que têm academia em seus prédios, tudo bem. Alguns edifícios já começaram a liberar. Mas, e quem não tem?”, interrogou.
Nelter lamentou ainda o fato de, segundo ele, a governadora estar ouvindo as federações de indústrias e comércio, e se esquecendo dos deputados, que são os representantes do povo. “E eu estou defendendo essa causa das academias porque não gera somente emprego e renda, mas também saúde para a população do Rio Grande do Norte”, explicou o deputado.
Finalizando, ele ressaltou que visitou, na última segunda-feira (27), o quartel da Polícia Militar de Jucurutu, e os policiais pediram apoio para a obtenção de um veículo 4x4. “Eu já falei com a governadora Fátima e com o secretário de segurança sobre isso e aguardo um posicionamento de ambos”, encerrou Nelter Queiroz.
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Coronavírus: deputados alertam para cuidado e prevenção entre a população

Coronavírus: deputados alertam para cuidado e prevenção entre a população
Durante a sessão ordinária por videoconferência desta quinta-feira (30), predominou, no pronunciamento dos deputados, a preocupação com a saúde da população potiguar em relação à pandemia da Covid-19. A necessidade do uso de máscaras, as medidas de higiene, como lavar as mãos com água e sabão, além das recomendações para ficar em casa e só sair em casos extremamente necessários, foram a tônica dos discursos.
O deputado Francisco do PT lembrou que o contrato do governo com as pequenas fábricas de roupa do interior para a produção de 7 milhões de máscaras foi uma importante iniciativa em duas frentes: além do estímulo financeiro às  fábricas, haverá a distribuição das máscaras com a população.
O parlamentar também ressaltou a necessidade de que o Governo Federal seja mais célere nas ações, como a habilitação dos leitos de UTI no RN, onde foram solicitados 115, mas apenas 10 habilitados até o momento. “As medidas têm que ser mais céleres para pouparem vidas e o sofrimento de muitas famílias”, alertou o deputado, que também chamou a atenção para a necessidade de agilidade no envio de ventiladores.
O deputado Hermano Morais (PSB), em recuperação da COVID-19, externou sua preocupação com o possível crescimento da curva de infectados no RN. “Existe muita subnotificação, por isso o uso da máscara não é brincadeira. Além das barreiras sanitárias, precisamos tomar todos os cuidados de higiene”, afirmou o deputado, que também destacou o trabalho dos profissionais de saúde, que diariamente colocam a vida em risco e correspondem a 26% dos diagnosticados com a doença.
Hermano Morais fez um apelo para que o governo estadual disponibilize as máscaras com foco na população de baixa renda, que está exposta como mostram as imagens das pessoas nas filas do banco em busca do auxílio emergencial. “Até nas unidades de saúde tem gente sem usar máscara”, afirmou o deputado.
Médico, o deputado Vivaldo Costa (PSD) foi mais um parlamentar a orientar a população para as medidas de precaução e fez um apelo ao governo estadual para que determine o uso obrigatório das máscaras em todo o RN. “É fundamental o isolamento e o uso de máscara, que já teve sua eficácia comprovada cientificamente”, disse o deputado, que deu instruções sobre o uso correto.
Hospital de Campanha
Juntos, os deputados Eudiane Macedo (Republicanos) e Ubaldo Fernandes (PL) visitaram o Hospital de Campanha de Natal e na sessão ordinária relataram sobre a boa estrutura, mas externaram a preocupação com os equipamentos, que ainda não chegaram. “No início os respiradores custavam R$ 52 mil, depois ficaram em R$ 160 mil no mercado internacional e mesmo assim a prefeitura não consegue comprar, porque os prazos longos de chegada inviabilizam o funcionamento imediato com as UTIs”, alertou Ubaldo, que também fez um apelo aos deputados federais para que pressionem o governo a fim de dar celeridade aos equipamentos.
Eudiane Macedo agradeceu o convite da direção do hospital e ressaltou que é preciso que seja feita uma parceria entre município, Estado e Governo Federal para estruturar o hospital, visto que deverá receber pacientes de outros municípios. “Faço um apelo ao deputado Benes Leocádio e à bancada federal que remanejem emendas de bancada ou impositivas para atender o hospital”, encerrou.
Já a deputada Cristiane Dantas (SDD) se posicionou contrária à medida da Secretaria de Saúde (Sesap) de destinar leitos do hospital da Liga Contra o Câncer para pacientes da Covid-19. A parlamentar criticou a medida, que na sua avaliação, vai expor pessoas com baixa imunidade e problemas graves de saúde à doença que ainda não tem cura ou vacina. “Temos outros hospitais que podem abrir leitos de UTI e gostaria de deixar esse questionamento, são pacientes lutando contra uma doença já muito complicada”, questionou Cristiane.
Magistério
A cobrança ao governo para que seja pago o piso do Magistério voltou às discussões com os deputados Coronel Azevedo (PSC) e Kelps Lima (SDD). “Sugiro à governadora Fátima Bezerra que coloque a máscara de defensora dos trabalhadores da Educação e pague o piso aos professores”, disse Azevedo. Para Kelps Lima, a governadora “está colhendo o que plantou”, pois anteriormente, na luta sindical, afirmava que a crise não era desculpa para a gestão se furtar ao pagamento do piso do Magistério. “Ela demonizou a reforma da previdência, o teto de gastos, por isso agora tem dificuldades”, criticou Kelps.
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COVID-19: Líderes da Assembleia Legislativa relatam falta de assistência à saúde

COVID-19: Líderes da Assembleia Legislativa relatam falta de assistência à saúde
Os líderes de partidos e blocos partidários da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, em sessão ordinária por videoconferência realizada na manhã desta quinta-feira (30), debateram sobre as medidas para conter a disseminação do novo Coronavírus e ampliação da assistência médica nas regiões mais distantes da capital do Estado.
O deputado Getúlio Rêgo (DEM) demonstrou p preocupação com os municípios da região Oeste e pediu atenção por parte do Executivo. “Peço que atendam as sugestões que estamos fazendo desde o dia 4 de abril. Vamos cobrar diariamente para que o Estado consiga assistir à população que pode sofrer muito pela baixa capacidade de atendimento em função do baixo número de respiradores na região oeste, por exemplo”, disse.
Ainda no horário das lideranças, o deputado Dr. Bernardo (Avante) apresentou requerimento com objetivo de manter os profissionais médicos atuando no RN. “Solicito o pagamento das cooperativas médicas dos servidores do Estado na área de saúde sob pena de acontecer o que está acontecendo com os médicos de Mossoró, que estão indo para o Ceará que paga em dia e o plantão chega a ser o dobro”, disse.
Allyson Bezerra (SDD) criticou a administração de Mossoró. “Vizinha do Ceará e epicentro da pandemia na região Nordeste”.  Finalizando o horário das lideranças, o deputado Souza (PSB) pediu que o governo do Estado analise a possibilidade de flexibilização do funcionamento das autoescolas. “O Conselho Nacional de Trânsito permitiu que as autoescolas possam iniciar as aulas teóricas de forma remota. Aqui no Estado, o Detran pode estabelecer portaria para regulamentar isso”, destacou.
PISO - Os deputados Francisco do PT, Tomba Farias (PSDB), Getúlio Rêgo (DEM) e Alysson Bezerra (SDD) também debateram sobre a implantação do piso nacional do magistério, atrasado desde janeiro deste ano, na rede estadual e em alguns municípios do Estado.
O deputado Francisco do PT falou sobre o calendário sobre a implantação do piso salarial dos professores em Currais Novos e defendeu o piso em Natal. “O passivo de Currais Novos se deve a gestões anteriores que não cumpriram o piso. Foi negociado o parcelamento em duas vezes. Mas vamos lutar pelo piso no Estado do RN. Aqui em Natal também, onde o prefeito não implementou nem apresentou nenhuma proposta. Vamos ajudar nesse processo de sensibilização para que os gestores paguem o piso dos professores”, disse.
Tomba Farias criticou a demora do governo do Estado em implementar o piso e disse que essa postura vai de encontro a tudo que a governadora Fátima Bezerra (PT) sempre defendeu. O deputado Getúlio Rego (DEM) fez análise semelhante. “É um entendimento que colide com a trajetória da Fátima sindicalistas, deputada e senadora e de lutas passadas”, destacou.
Allyson Bezerra (SDD) citou a cidade de Jucurutu, eleita, segundo dados apresentados por ele, o quarto município melhor avaliado com índices de governança. “Isso inclui educação e transparência, por exemplo. Lá, o prefeito vem cumprindo o dever com os professores do município e o piso está sendo pago em dia”, citou.
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Ezequiel solicita ações de segurança para o RN no combate à criminalidade

Ezequiel solicita ações de segurança para o RN no combate à criminalidade

O deputado Ezequiel Ferreira (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, solicitou ao Governo do Estado que sejam adotadas ações de combate à criminalidade no Estado diante dos elevados índices de violência registrados nos últimos meses. O parlamentar apresentou requerimento neste sentido endereçado à governadora Fátima Bezerra e ao secretário estadual de Segurança Pública, Francisco Araújo.
“Apesar do trabalho do aparato de segurança pública do Estado, neste momento de pandemia, também focar nos afazeres para garantia do cumprimento do isolamento social, urge ações de combate à criminalidade no Estado. É imperioso manter o clima de normalidade e sensação de segurança para pessoas, ainda mais em tempos de pandemia”, disse Ezequiel.
Na justificativa, o deputado relata que a violência cresceu no RN durante o mês de abril. Entre os dias 21 e 27 deste mês, o Estado registrou 142 Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs). O aumento é de 28% com relação ao mesmo período do ano passado, quando 111 mortes foram contabilizadas. Os dados estatísticos são da Coordenadoria de Informações Estatísticas e Análise Criminal (Coine) da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed/RN).
Os dados da Coine apontam que os homicídios dolosos ao longo deste mês de abril saíram de 77 para 106 (aumento de 37,66%) em relação ao mesmo período do ano passado. As intervenções policiais resultaram em 10 mortes – sete a mais que em abril de 2019. Aumento de 70%. As lesões corporais seguidas de morte, feminicídios e latrocínios, por sua vez, apresentaram redução no período analisado.
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Dólar sobe 4,69% em abril, bolsa tem alta de 10,25% no mês

Dólar sobe 4,69% em abril, bolsa tem alta de 10,25% no mês
Wellton Máximo
dólaresDepois de três dias seguidos de trégua, o mercado financeiro voltou a enfrentar uma sessão de turbulências. O dólar voltou a fechar acima de R$ 5,40, e a bolsa de valores teve queda expressiva.
O dólar comercial encerrou a quinta-feira (30) vendido a R$ 5,438, com alta de R$ 0,083 (+1,55%). Ontem, a moeda tinha fechado em R$ 5,355, no menor valor desde o dia 20. A divisa terminou abril com alta de 4,69% e acumula valorização de 35,51% em 2020.
A moeda norte-americana operou alta durante toda a sessão. Na máxima do dia, por volta das 13h50, chegou a ser vendida acima de R$ 5,45. O Banco Central (BC) voltou a atuar no mercado, mas de maneira discreta. A autoridade monetária apenas rolou (renovou) contratos de swap cambial que venceriam em junho. Os swaps cambiais funcionam como venda de dólares no mercado futuro.

Bolsas
Depois de três dias de fortes altas, o índice Ibovespa, da B3 (bolsa de valores brasileira), devolveu parte dos ganhos acumulados. O indicador fechou esta quinta aos 80.506 pontos, com recuo de 3,2%. Apesar da queda de hoje, o índice terminou abril com valorização de 10,25%. Em março, o Ibovespa tinha caído 29,91%.
O Ibovespa seguiu os mercados externos, que caíram depois de dias seguidos de alta. Nos Estados Unidos, o índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, encerrou o dia com queda de 1,17%.
Há várias semanas, mercados financeiros em todo o planeta atravessam um período de nervosismo por causa da recessão global provocada pelo agravamento da pandemia do novo coronavírus. As interrupções na atividade econômica associadas à restrição de atividades sociais travam a produção e o consumo, provocando instabilidades.
No Brasil, os investidores refletiram o aumento do desemprego, que terminou o primeiro trimestre em 12,2%. O último dia útil do mês também pressionou a realização de lucros, quando os aplicadores vendem parte das ações que subiram nos últimos dias para embolsarem os ganhos.

Petróleo
Os preços internacionais do petróleo voltaram a se recuperar hoje. Por volta das 18h, o barril do tipo Brent era vendido a US$ 25,27, com alta de 12,11%. Esse barril serve de referência para o mercado internacional de petróleo, sendo usado nas projeções da Petrobras.
O bom desempenho do mercado internacional, no entanto, não se refletiu nas ações da Petrobras, as mais negociadas na bolsa. Os papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) desvalorizaram-se 1,84% nesta quinta. Os papéis preferenciais (com prioridade na distribuição de dividendos) tiveram perda de 0,82%.
A guerra de preços de petróleo começou há quase dois meses, quando Arábia Saudita e Rússia aumentaram a produção, mesmo com os preços em queda. Segundo a Petrobras, a extração do petróleo só é viável no longo prazo para cotações a partir de US$ 45. No curto prazo, a companhia pode extrair petróleo a US$ 19, no limite dos custos da empresa.
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OMS afirma que Suécia, que não fez lockdown, é “modelo a ser seguido”

OMS afirma que Suécia, que não fez lockdown, é “modelo a ser seguido”
Pedro Ivo de Oliveira
Prédio da OMS em Genebra, SuíçaApós adotar uma estratégia polêmica de combate ao novo coronavírus, a Suécia foi citada por Michael Ryan, diretor executivo da Organização Mundial da Saúde (OMS) e especialista em saúde emergencial, como “modelo de combate [à covid-19].”
A Suécia se recusou, no período entre março e abril, a implementar leis específicas para quarentena e isolamento social. Em vez da regulamentação pesada de outros países da Escandinávia (região do norte europeu que agrupa Dinamarca, Noruega e Suécia), o governo sueco propôs uma política pública baseada em compreensão, cuidado e segurança com o próximo - uma forma de isolamento social baseado em cidadania, não em multas ou regulamentações severas.
“Há uma percepção de que a Suécia não criou medidas de controle e deixou a doença se disseminar, mas isso não poderia estar mais longe da verdade”, afirmou Ryan.“[O país] criou uma política pública muito dura de distanciamento social baseada em cuidar e proteger pessoas internadas. O que houve de diferente foi a confiança na cidadania e a habilidade individual dos cidadãos de se imporem o distanciamento social e os devidos cuidados [contra a infecção]”, afirmou o médico em coletiva.
A forma diferente de lidar com a pandemia foi criticada por acadêmicos e intelectuais do país, que escreveram uma carta aberta ao governo para solicitar um endurecimento das medidas contra o novo coronavírus. O documento registrou mais de 2.300 assinaturas. A Suécia apresentou um número maior de casos em comparação com os vizinhos, que adotaram medidas regulatórias por meio de decretos. Foram 20.300 casos e 2.462 mortes.
“Se não queremos uma sociedade que necessite de lockdowns, devemos olhar para a Suécia como representante de um modelo [de ação]”, complementou Ryan.
Diferenças
O país, porém, apresenta uma realidade bem diferente do resto do mundo. A Suécia conta com cerca de 10,3 milhões de habitantes, e possui um produto interno bruto (PIB) de cerca de US$ 528 bilhões. O país tem uma renda média anual de US$ 54.600 por pessoa - cerca de R$ 300 mil. A Suécia figura entre os 10 países com a população mais feliz do mundo, e também com maior liberdade econômica. A média de impostos que o cidadão sueco paga gira em torno de 32% dos ganhos individuais, o que torna o país um dos mais onerosos para os contribuintes.
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BNDES aprova financiamento para atendimento de energia no Nordeste

BNDES aprova financiamento para atendimento de energia no Nordeste
Alana Gandra
Logo do BNDESO Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou, nesta semana, financiamento no valor total de R$ 1,13 bilhão para apoio do plano de investimentos da Equatorial Energia em Alagoas e no Piauí até dezembro de 2023. Desse total, R$ 643 milhões serão destinados à Equatorial Piauí e R$ 491,4 milhões à Equatorial Alagoas, respectivamente.
Segundo a assessoria de imprensa do BNDES, as duas empresas são resultado dos leilões de venda das companhias energéticas do Piauí (Cepisa) e de Alagoas (Ceal), realizados em 2018. O processo de desestatização das companhias foi modelado pelo banco.
O financiamento do BNDES viabilizará atendimento de energia a 362 mil novos domicílios, sendo 211 mil no Piauí e 151 mil em Alagoas, além da ampliação de 39 subestações e três linhas de transmissão e distribuição de energia nos dois estados. Deverão ser expandidos ou substituídos também cerca de 1.400 quilômetros de redes de energia em baixa tensão no Piauí e 2.250 quilômetros em Alagoas.
De acordo com o BNDES, a expectativa é que sejam gerados 2 mil empregos durante a implantação do projeto.
A holding Equatorial Energia já investiu nas duas empresas perto de R$ 1,3 bilhão com recursos próprios e, agora, pretende destinar o financiamento do BNDES ao aumento de eficiência operacional, melhoria de gestão e da qualidade do serviço prestado.
Com sede em São Luís, o grupo Equatorial Energia atua nos segmentos de distribuição, transmissão, geração e comercialização de energia, além de telecomunicações. No segmento de distribuição, além de Piauí e Alagoas, a holding atua no Maranhão e no Pará.
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CMN eleva limite de crédito para associados de cooperativas rurais

CMN eleva limite de crédito para associados de cooperativas rurais

Wellton Máximo

 
As cooperativas rurais de menor porte ganharam mais facilidade para contratarem empréstimos do Programa de Capitalização de Cooperativas Agropecuárias (Procap-Agro). O Conselho Monetário Nacional (CMN) elevou o limite de crédito por associado de R$ 40 mil para R$ 100 mil.
Com a mudança, cada associado poderá pegar até R$ 100 mil emprestados, o que favorece as cooperativas com menos pessoas. O limite de contratação de crédito por cooperativa permanece em R$ 65 milhões.
O CMN também autorizou que os agricultores familiares e os produtores rurais médios beneficiados com a linha especial de crédito para custeio criada no início do mês para financiarem a compra antecipada de insumos. Há três semanas, o CMN aprovou duas resoluções que permitem a renegociação de dívidas do crédito rural e criam linhas especiais para produtores afetados pela seca no centro-sul e pela pandemia de covid-19.
O Conselho Monetário também ampliou as fontes de recursos para as linhas especiais de custeio. A resolução aprovada no início do mês previa que os bancos poderiam destinar apenas parte dos recursos dos depósitos à vista para emprestarem aos pequenos e médios produtores. Agora, o crédito poderá ter outras fontes de recursos não controlados pelo Banco Central, o que abre caminho para que as instituições financeiras reforcem essas linhas.
Em outro voto, o CMN adiou em um ano o prazo para a contratação de linha de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para cerealistas financiarem investimentos em obras, na expansão da armazenagem de grãos e na compra de máquinas e equipamentos. O prazo original, que iria até 30 de junho deste ano, passou para 30 de junho de 2021.
Segundo o Ministério da Economia, a prorrogação ocorreu porque o Congresso tinha alterado a data ao votar a Medida Provisória 897, que instituiu a linha de crédito. Dessa forma, o CMN teve de ajustar a regulamentação.

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Covid-19: Rio adotará medidas mais rígidas se contágio aumentar

Covid-19: Rio adotará medidas mais rígidas se contágio aumentar
Douglas Corrêa
Uma estátua é vista com uma máscara facial enquanto as pessoas aproveitam o clima na praia do Leme, após o surto da doença por coronavírus (COVID-19), no Rio de Janeiro, Brasil, em 29 de abril de 2020. Foto tirada em 29 de abril de 2020.O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, disse hoje(30) que poderá adotar medidas mais rígidas de afastamento social, se a curva de contágio da covid-19 continuar em crescimento. Ele avisou ainda que, caso a população não colabore usando as máscaras obrigatórias ao sair às ruas, poderá editar novo decreto que levará a um isolamento mais rígido.
"Se as pessoas não usarem máscaras, se as curvas continuarem subindo, nós vamos endurecer ainda mais. Para baixar as curvas de internação e UTI, precisamos manter as medidas de afastamento social e o uso de máscaras para quem precisar sair de casa. Para reduzir a curva de óbitos, precisamos ter mais leitos de UTI. Nós aumentaremos o número de leitos a partir desses 300 respiradores que chegam semana que vem“, explicou o prefeito.

Medidas mais duras
Crivella disse que a situação é grave e todos devem atentar para o aumento do número de mortos. “Nós estávamos com uma curva de óbitos pendendo, há alguns dias, para entre de 8 a 9 pessoas. Semana passada, isso subiu para 14, 15 pessoas. Sobretudo as pessoas com comorbidades. Se nós formos olhar os mais de 300 óbitos que tivemos, a grande maioria deles, tal como em Nova York, foi de pessoas com comorbidades. Por isso, insistimos e repetimos encarecidamente que as pessoas permaneçam nas suas residências “, avaliou o prefeito.

Alerta à população
O Centro de Operações Rio (COR) começou hoje a alertar a população sobre o risco de contaminação pelo novo coronavírus na própria vizinhança. A mensagem informa que "há casos confirmados da covid-19 perto da sua residência".
O aviso é enviado por mensagens de texto no aplicativo COR.RIO e no celular, via Twitter e SMS. O objetivo é que o carioca entenda que o vírus circula por toda a cidade e está mais perto do que imagina, e que o isolamento social é a melhor forma de evitar o contágio.

Covid-19 no Rio 
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, já foram registrados casos em 153 dos 162 bairros da cidade do Rio. Até o momento, o município do Rio de Janeiro contabiliza 5.903 casos confirmados e 535 óbitos. Os bairros com maior número de casos da doença são: Barra da Tijuca (247), Copacabana (231) e Tijuca (171).
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BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO DE COVID-19 SANTA CRUZ 30 DE ABRIL 2020

A Prefeitura de Santa Cruz, através do setor de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde, confirma o 12° caso de Covid-19 em Santa Cruz, que encontra-se em isolamento domiciliar e em monitoramento pela equipe de saúde de referência.
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Benefício emergencial não sacado de conta digital voltará ao governo

Benefício emergencial não sacado de conta digital voltará ao governo
Wellton Máximo
Lançamento do aplicativo CAIXA|Auxílio EmergencialO auxílio emergencial de R$ 600 e a compensação para trabalhadores com contratos suspensos ou reduzidos pagos por meio de contas digitais da Caixa Econômica Federal voltarão ao governo, se não forem sacados em 90 dias. O retorno automático ao Tesouro Nacional consta das regulamentações dos dois benefícios publicadas neste mês pelo Ministério da Economia.
Segundo o Ministério da Economia, o beneficiário poderá retirar o dinheiro mesmo depois de os recursos voltarem ao Tesouro Nacional. De acordo com a pasta, as leis que instituíram o auxílio emergencial de R$ 600 e o benefício emergencial (BEM) garantem o direito ao recebimento de quem teve o cadastro aprovado, dispensando a necessidade de uma nova regulamentação.
O retorno automático aos cofres do governo vale apenas para os benefícios depositados nas contas poupança digital da Caixa. Recebe por essa modalidade quem não tem conta em banco ou quem tiver optado por esse canal na hora de pedir o dinheiro.
De acordo com o ministério, o procedimento é semelhante a benefícios da Previdência Social, que voltam ao Tesouro Nacional caso não sejam retirados. A regra não afeta quem recebe diretamente na conta bancária, de qualquer instituição financeira. Isso porque o governo entende que, nesses casos, o dinheiro já foi sacado.

Transferência
Criada para atender às pessoas sem conta bancária, a conta poupança digital da Caixa permite até três transferências mensais para outras contas de qualquer banco. Durante a pandemia do coronavírus, não haverá cobrança de taxas para transferências a outras instituições financeiras. Para contas da própria Caixa, a conta digital permite transferências ilimitadas, mesmo para contas em nome de terceiros.
No dia do lançamento do auxílio emergencial, o próprio banco recomendou que o cidadão que receba por meio da conta digital transfira o dinheiro o mais rápido possível. A conta poupança digital também permite o pagamento de boletos bancários e de contas domésticas (água, luz, telefone e gás) por meio do aplicativo Caixa Tem.
Quem não tiver condições de fazer as transferências pode sacar o dinheiro em espécie nas agências da Caixa ou em casas lotéricas e correspondentes bancários, caso eles estejam abertos nas localidades. A retirada em espécie da primeira parcela começou na segunda-feira (27) e vai até o dia 5 de maio, seguindo um calendário baseado no mês de nascimento do beneficiário.

Socorro
Pago a pessoas em situação vulnerável durante a pandemia da covid-19, o auxílio emergencial de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras) beneficia trabalhadores informais, pessoas inscritas do Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico) e cidadãos inscritos no Bolsa Família. O benefício pode ser pedido por meio do aplicativo Caixa Auxílio Emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. O benefício será pago até junho.
Destinado a compensar parte do salário dos trabalhadores com jornada reduzida ou com contrato suspenso, o BEM está atrelado ao seguro-desemprego a que o trabalhador teria direito caso tivesse sido demitido. No caso da redução de jornada, o benefício equivale ao percentual da redução de salário. Se o trabalhador teve o salário reduzido em 70%, receberá 70% do seguro-desemprego.
No caso da suspensão de contrato de trabalho, o BEM equivale a 100% do seguro-desemprego, para trabalhadores de micro e pequenas empresas, e de 70% do seguro para trabalhadores de médias e grandes empresas.
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PGR denuncia Aécio Neves por propinas de 65 milhões de reais

PGR denuncia Aécio Neves por propinas de 65 milhões de reais

O deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) nesta quinta-feira, 30, pela prática dos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O parlamentar é acusado de ter recebido 65 milhões de reais em propinas de duas grandes construtoras quando exercia o cargo de senador e governador de Minas Gerais.
A denúncia feita pela PGR ao Supremo Tribunal Federal (STF) aponta que o deputado federal recebeu 30 milhões de reais da Odebrecht e 35 milhões de reais da Andrade Gutierrez em vantagens indevidas. Em troca, beneficiou essas companhias em obras de infraestrutura como o projeto do Rio Madeira e as usinas hidrelétricas de Santos Antônio e Jirau.
De acordo com a acusação, Aécio camuflou o recebimento de propinas por meio de um complexo esquema que envolvia uma contabilidade paralela, entrega de recursos por meio de doleiros e transportadoras, uma empresa sediada no exterior, além de pessoas intermediárias responsáveis por ocultar o dinheiro de origem ilícita. Entre os envolvidos no esquema, estão Dimas Toledo, ex-diretor de Furnas, e o empresário Alexandre Accioly, que também foram denunciados pela PGR.
A investigação iniciou a partir de delações premiadas de executivos da Odebrecht — que acusaram o deputado mineiro de fazer parte de um esquema de corrupção. Ao longo das apurações, foram doleiros, que confirmaram o repasse de propinas. “As provas coligidas na investigação demonstraram a existencia de um pernicioso e perene esquema de troca de favores, cujo epicentro é Aécio Neves, configurando um sistema institucionalizado de corrupção”, escreve a subprocuradora-geral da República Lindôra Maria Araújo.
Agora, o Supremo Tribunal Federal irá avaliar se aceita a denúncia da PGR contra Aécio Neves. O deputado já é réu em outro caso em que é acusado de receber 2 milhões de reais em propina da JBS. O parlamentar foi gravado pelo dono da companhia, Joesley Batista, negociando pagamentos de valores.
Veja
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Parlamentares pedem que STF antecipe depoimento de Moro em inquérito

CNN BRASIL

O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e os deputados Tabata Amaral (PDT-SP) e Felipe Rigoni (PSB-ES) apresentaram um pedido, nesta quinta-feira (30), para que o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, antecipe o depoimento do ex-ministro Sergio Moro no inquérito que apura a suposta interferência do presidente Jair Bolsonaro na autonomia da Polícia Federal.
Os parlamentares argumentam que o prazo de 60 dias para ouvir o ex-ministro pode se "demonstrar excessivo" em razão gravidade das suspeitas que recaem sobre o presidente da República. “O prolongamento da crise política resulta em prejuízos para o combate às concomitantes crises na Saúde e na Economia. Nesse sentido, a elasticidade do prazo concedido pode redundar em iminente risco de perecimento das provas”, dizem os parlamentares.
O pedido se dá na ação em que o decano do STF autorizou a abertura de um inquérito para investigar as acusações do ex-ministro da Justiça. Celso de Mello também fixou um prazo de até 60 dias para que a Polícia Federal ouça Moro, conforme solicitado pelo procurador-geral da República, Augusto Aras. 
O objetivo do inquérito é apurar se foram cometidos os crimes de falsidade ideológica, coação no curso do processo, advocacia administrativa, prevaricação, obstrução de Justiça, corrupção passiva privilegiada, denunciação caluniosa e crime contra a honra.
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Contas do setor público fecham março com déficit de R$ 23,6 bilhões

Contas do setor público fecham março com déficit de R$ 23,6 bilhões
Wellton Máximo
economia ilustração 3A queda de receitas e o aumento de gastos provocados pela pandemia do novo coronavírus começam a impactar as contas públicas. Em março, governo federal, estados, municípios e estatais tiveram déficit primário de R$ 23,655 bilhões, divulgou hoje (30) o Banco Central (BC). O resultado é pior que o déficit de R$ 18,629 bilhões registrado no mesmo mês do ano passado.
O déficit primário representa o resultado negativo do setor público (União, estados, municípios e estatais) desconsiderando os juros da dívida pública. Apesar da piora no mês passado, o resultado foi melhor que o de março de 2018, quando o déficit tinha atingido R$ 25,135 bilhões.
No mês passado, o governo federal apresentou déficit primário (despesas maiores que receitas) de R$ 21,38 bilhões, os estados e os municípios registraram resultado negativo de R$ 2,68 bilhões. Na contramão dos demais entes, as empresas estatais tiveram superávit primário de R$ 405 milhões.
Principal responsável pelo agravamento do déficit, o governo federal viu a arrecadação em março registrar o pior resultado para o mês em dez anos. Isso ocorreu porque muitas empresas pediram a compensação de tributos, abatimento de impostos pagos a mais anteriormente, à Receita Federal.

Trimestre
O resultado de março fez as contas do setor público fechar o primeiro trimestre com superávit primário de R$ 11,72 bilhões, ainda refletindo o superávit elevado de janeiro. O resultado, no entanto, indica leve piora em relação ao mesmo período do ano passado, quando o setor público tinha apresentado superávit de R$ 13,337 bilhões.
Originalmente, o governo previa que o setor público encerraria o ano com déficit de R$ 118,9 bilhões. No entanto, a pandemia do novo coronavírus, que reduz a arrecadação e eleva os gastos públicos em ações de saúde e de pagamento a pessoas afetadas, agravará o rombo. Nesta quarta-feira (29), a Secretaria do Tesouro Nacional informou que, apenas no nível federal, o déficit primário deve encerrar o ano em torno de R$ 600 bilhões, o equivalente a 8% do Produto Interno Bruto (PIB).

Dívida bruta
Uma dos principais meios de comparação internacional para avaliar as finanças de um país, a dívida bruta do governo geral (DBGG) encerrou março em 78,4% do PIB, em torno de R$ 5,75 trilhões. Em fevereiro, o indicador estava em 76,5% do PIB (R$ 5,61 trilhões).
Depois de encerrar 2019 em 75,8% do PIB, com a primeira queda anual desde 2013, a DBGG deve encerrar o ano entre 85% e 90% do PIB, por causa da pandemia de covid-19. Isso porque, com a arrecadação comprometida, o governo terá de emitir títulos públicos para financiar os gastos com o enfrentamento à pandemia.
A dívida pública bruta é o principal parâmetro usado pelas agências de classificação de risco para avaliar a solvência das finanças de um país. Quanto mais alto o indicador, maior a desconfiança em relação à capacidade de um governo honrar os compromissos. No entanto, a elevação da dívida pública além do previsto em todos os países deve aliviar as pressões sobre o Brasil, à medida que se trata de um fenômeno global.
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SE LIGA, RN: IBGE telefona para casas e empresas para manter pesquisas durante pandemia

SE LIGA, RN: IBGE telefona para casas e empresas para manter pesquisas durante pandemia
Com o objetivo de fazer um raio-x da situação socioeconômica do Rio Grande do Norte, mesmo durante a pandemia de Covid-19, o IBGE agora liga para os entrevistados de suas pesquisas em vez de ir de casa em casa. Um desses levantamentos é a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, que mede o nível de trabalho formal, informal, renda, educação e outros assuntos no Brasil.
Antes de entrar em contato por telefone, o IBGE enviará uma carta com o número de telefone e outros dados do entrevistador que ligará.
O Instituto também está em contato com as empresas. Para ter um retrato fiel da nova realidade econômica em meio a pandemia, as empresas precisam responder a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) e Pesquisa Mensal de Serviços (PMS)
Além da carta, para verificar se realmente quem está ligando é um entrevistador do IBGE basta entrar nesses canais de atendimento:0800 721 8181 e www.respondendo.ibge.gov.br
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STF mantém impedimento da suspensão de prazo para acesso à informação

STF mantém impedimento da suspensão de prazo para acesso à informação
André Richter
Brasília 60 anos - Supremo Tribunal FederalPor unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) manteve hoje (30) a decisão individual do ministro Alexandre de Moraes que impediu a suspensão dos prazos de resposta dos pedidos de acesso à informação nos órgãos públicos durante a pandemia do novo coronavírus.
A decisão se trata de dispositivo previsto na Medida Provisória 928/2020, que determinou a suspensão de prazos nos casos de órgãos que estejam em regime de teletrabalho e que dependam de acesso presencial para cumprir o prazo. 
No mês passado, Moraes suspendeu o trecho da medida ao atender um pedido liminar feito pela Ordem dos Advogados Brasil (OAB) e pela Rede Sustentabilidade. Ambos alegaram que a suspensão de prazos de resposta comprometeria a transparência das informações públicas. 
Ao decidir o caso na sessão desta tarde, o plenário referendou a liminar de Alexandre de Moraes, relator do caso. Para o ministro, o trecho da MP impediu o acesso do cidadão a informações públicas. 
“O artigo transformou a regra constitucional de publicidade e transparência em exceção, invertendo a finalidade da proteção constitucional ao livre acesso de informações para toda a sociedade", disse o ministro. 
O entendimento foi acompanhado pelos ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Luiz Fux, Cármen Lucia, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes, Marco Aurélio e pelo presidente do STF Dias Toffoli. 
Pelo texto da MP, os pedidos de acesso a informações relacionados ao enfrentamento da emergência de saúde pública seriam atendidos com prioridade. Dessa forma, os pedidos não prioritários pendentes de resposta por conta dessa suspensão de prazo deveriam ser renovados em até dez dias, após o encerramento do estado de calamidade pública, que vai até 31 de dezembro deste ano.
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Coronavírus: Governo abre 10 UTIs em Hospital da PM

Coronavírus: Governo abre 10 UTIs em Hospital da PM
O Governo do Estado abre nesta quinta-feira (30) dez novos leitos de UTI para reforçar a rede de tratamento dos pacientes com o novo coronavírus no Rio Grande do Norte. As unidades de tratamento estão instaladas no Hospital Coronel Pedro Germano, o Hospital da PM, e são frutos de investimentos coordenados pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), que contam ainda com R$ 540 mil alocados pela Assembleia Legislativa do RN, exclusivamente para estes leitos.
Os equipamentos, insumos, respiradores e equipes voltados para o tratamento da Covid-19 foram adquiridos com recursos do Governo do Estado, dentro do esforço de combate à pandemia. Com essas unidades, a rede estadual alcança 105 leitos de UTI e 46 leitos clínicos exclusivos para pacientes confirmados ou suspeitos de terem contraído o novo coronavírus. “A abertura desses leitos no Hospital da PM é mais um passo dentro do nosso planejamento no combate à Covid-19 e fruto de um grande esforço de toda a gestão, desde a aquisição de equipamentos e insumos, além da contratação de pessoal que se vem fazendo. Contamos também com o importante apoio do Hospital Universitário Onofre Lopes e da iniciativa privada nesse percurso”, afirma o secretário estadual de saúde, Cipriano Maia.
Os novos leitos serão postos em funcionamento de forma gradual dentro dos próximos dias, de acordo com a necessidade dos pacientes e sob a orientação do setor de regulação da Sesap.
A reabertura da UTI do Hospital da PM é fruto de um esforço feito pelo Governo do Estado desde o início de 2019, como a inclusão da unidade na rede Sesap para ampliar os serviços à população. O Governo ainda articulou junto ao Ministério da Saúde a inclusão de mais dez leitos de UTI no Hospital da PM, que serão cofinanciados pelo Estado e pela União, que encaminhou os equipamentos e garantiu parte da verba para manutenção dos leitos, que devem ser abertos durante o mês de maio. A expectativa é que a União repasse cerca de R$ 1,6 mil para cada dia de ocupação de um leito, enquanto que o Governo complementará os 50% restantes do valor necessário para a UTI funcionar diariamente, que ultrapassa os R$ 3 mil.
OUTROS NOVOS LEITOS
Além destes leitos no Hospital da PM, o Governo do Estado, com a condução da Sesap, vem trabalhando na abertura de novas unidades de tratamento intensivo dentro das próximas semanas. Em Mossoró, por meio de parceria com a prefeitura local, serão instalados 35 UTIs e 65 leitos de enfermaria no Hospital São Luiz, geridos pela Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (Apamim). Os primeiros leitos relativos ao contratos já estão sendo abertos para atender exclusivamente pacientes com a Covid-19.
Outra parceira importante acertada pelo Governo foi com a Liga Norte-rio-grandense Contra o Câncer. Serão 60 novos leitos, sendo 40 deles – 20 UTis e 20 de enfermaria – na primeira etapa, a serem abertos em Natal. Ainda dentro deste período, o Governo deverá reativar a UTI do Hospital Pediátrico Maria Alice Fernandes, localizado na capital, com mais dez leitos, estes voltados para as crianças acometidas pelo novo coronavírus.
BG
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Talvez tenha pegado COVID-19 e nem senti, diz Bolsonaro


O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) declarou nesta quinta-feira (30) que talvez tenha sido contaminado com a COVID-19 no passado e nem sentiu. A afirmação foi feita em entrevista à Rádio Guaíba.
Ele também falou sobre a decisão da Justiça Federal que definiu que o presidente deve apresentar seus exames para COVID-19 até o fim do dia. O presidente disse que irá divulgar os resultados se perder recurso movido pela AGU (Advocacia-Geral da União). No início desta semana, o jornal O Estado de S. Paulo conseguiu na Justiça o direito de obter o resultado dos testes de Bolsonaro.

Após viagem aos Estados Unidos no início de março, 23 membros da comitiva do presidente testaram positivo para o novo coronavírus — entre eles o senador Nelsinho Trad (PTB-MS) e o secretário de Comunicação da Presidência, Fabio Wajngarten. 
O chefe do Executivo ainda repetiu que usa "nomes fantasia" em pedidos de exames e receitas de medicamentos para se proteger. "Sou uma pessoa conhecida, para o bem ou para o mal. Quando fui medicado, coloquei nome fantasia porque na ponta da linha está um ser humano, não se sabe o que pode ser feito se alguém souber que é Jair Bolsonaro", justificou o presidente.

Decisão do STF é 'afronta'
O presidente voltou a falar da decisão do STF que barrou a nomeação de Alexandre Ramagem para a direção-geral da Polícia Federal. "Decisão que não engoli, é uma afronta. Não aceito ser refém de decisões monocráticas de quem quer que seja", disse. 
"Cobrei que o ministro Alexandre de Moraes tome uma posição no tocante ao Ramagem, porque ele continua à frente da Abin (Associação Brasileira de Inteligência), que é tão importante quanto a PF", disse Bolsonaro. Para o presidente, impedir que Ramagem assuma o controle da PF enquanto comanda a Abin é o mesmo que impedir, "por questões pessoais", que um sargento do Exército ocupe o mesmo posto na Aeronáutica.
O ministro do STF Alexandre de Moraes suspendeu a indicação de Ramagem nesta quarta-feira (29) na esteira das acusações do ex-ministro da Justiça Sergio Moro de que o presidente estaria tentando interferir politicamente na PF, pedindo informações sobre investigações em andamento. A Suprema Corte já abriu inquérito para apurar as afirmações. 

(Advocacia-Geral da União) recorrer da decisão e que "sonho" de indicar Ramagem a posto mais alto da PF se concretizaria em breve. Apesar das declarações do presidente, após a decisão de Moraes, o próprio governo tornou a nomeação de Ramagem sem efeito e a AGU disse em nota que não iria recorrer.
Com informações do Estadão Conteúdo
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Covid-19: OPAS pede a governantes que aumentem a capacidade de testagem

Covid-19: OPAS pede a governantes que aumentem a capacidade de testagem
Em uma coletiva de imprensa virtual, a diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa Etienne, pediu aos governantes dos países das Américas que acelerem e ampliem a testagem para o novo coronavírus.
“Precisamos de uma visão mais clara sobre onde o vírus está circulando e quantos indivíduos foram infectados para guiar as nossas ações”, disse Carissa Etienne, ressaltando a importância da adoção ativa de medidas preventivas, enquanto se preparam para mais casos, hospitalizações e óbitos.

Dificuldades no aumento da testagem
A diretora da OPAS reconheceu a dificuldade de expandir a testagem, mas afirmou que os testes são uma medida essencial para conter a pandemia e ainda reforçou que os testes RT-PCR, que detectam o vírus em uma amostra, são considerados o “padrão ouro” para o diagnóstico da doença.
Isso porque ele consegue detectar o vírus logo no começo da doença. Além disso, é capaz de encontrar o material genético do vírus. Por isso, é difícil que o indivíduo receba um resultado errado se estiver nos primeiros dias da enfermidade.

Testes de Covid-19 no Brasil
A OPAS está ajudando o país na compra de 10 milhões de testes para detecção da Covid-19. O primeiro lote com 500 mil testes do tipo RT-PCR chegou há alguns dias. A previsão é de que cheguem 800 mil testes semanalmente.
Conheça os diferentes tipos de testes abaixo.

RT-PCR
O RT-PCR (reverse-transcriptase polymerase chain reaction) é considerado o padrão-ouro no diagnóstico da Covid-19, com a confirmação obtida através da detecção do RNA do novo coronavírus na amostra analisada, preferencialmente obtida de raspado de nasofaringe.

Sorologia
A sorologia verifica a resposta imunológica do organismo em relação ao vírus a partir amostra de sangue do paciente, realizado a partir da detecção de anticorpos IgA, IgM e IgG em indivíduos que foram expostos ao novo coronavírus.
Para que o teste possua uma maior sensibilidade, deve ser realizado, pelo menos, dez dias após o início dos sintomas. Isso se deve ao fato de que produção de anticorpos no organismo só ocorre depois de um período mínimo após a exposição ao vírus.

Testes rápidos
Estão disponíveis no mercado dois tipos de testes rápidos: de antígeno (que detectam proteínas do na fase de atividade da infecção) e os de anticorpos (que identificam uma resposta imunológica do corpo em relação ao vírus).
No entanto, a maioria dos testes rápidos existentes apresenta uma sensibilidade e especificidade muito reduzidas em comparação as outras metodologias.
O Ministério da Saúde aponta que os testes rápidos apresentam uma taxa de erro de 75% para resultados negativos, o que pode gerar insegurança e incerteza no diagnóstico.
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Covid-19: Brasil passa dos 85 mil casos confirmados

Covid-19: Brasil passa dos 85 mil casos confirmados
Jonas Valente
m homem recebe um teste de auto-coronavírus de um estudante de medicina à sua porta, em meio ao surto de doença de coronavírus (COVID-19), em São Caetano do Sul, São Paulo, Brasil, 14 de abril de 2020. REUTERS / Rahel PatrassoO Brasil chegou a 85.380 pessoas infectadas por covid-19, doença respiratória causada pelo novo coronavírus. O país registrou recorde de novos casos, em 24 horas, com a adição de 7.218 infectados às estatísticas, um aumento de 9% em relação a ontem, quando foram registradas 78.662 mil pessoas nessa condição.
Segundo atualização do Ministério da Saúde divulgada nesta quinta-feira (28), o total de mortes subiu para 5.901. De ontem para hoje, foram registrados 435 novos óbitos, um aumento de 8% em relação a quarta-feira (29), quando foram contabilizados 5.466 falecimentos. A letalidade ficou em 6,9%.
Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, do total de casos confirmados, 43.544 estão em acompanhamento (51%) e 35.935 (42%) já foram recuperados, deixando de apresentar os sintomas da doença. Ainda são investigadas 1.539 mortes.
São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de falecimentos (2.375). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (854), Pernambuco (565), Ceará (482) e Amazonas (425).  
Além disso, foram registradas mortes no Pará (208), Maranhão (184), Bahia (104), Paraná (83), Espírito Santo (83), Minas Gerais (82), Paraíba (62), Rio Grande do Norte (56), Rio Grande do Sul (51), Santa Catarina (46), Alagoas (47), Amapá (34), Distrito Federal (30), Goiás (29), Piauí (24), Acre (16), Sergipe (12), Rondônia (16), Mato Grosso (11), Mato Grosso do Sul (9), Roraima (7) e Tocantins (3).
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‘Muitos casamentos estão desabando durante a quarentena’, revela terapeuta de casal

‘Muitos casamentos estão desabando durante a quarentena’, revela terapeuta de casal
O desafio que todas as famílias estão enfrentando em tempos de pandemia é algo sem precedentes e está afetando muitos relacionamentos. O isolamento necessário para diminuir a velocidade de propagação do coronavírus faz que muitos de nós tenha de conviver com filhos, esposas ou maridos 24 horas, sete dias por semana, sem ter para onde correr. E essa ‘superconvivência’ está causando danos a muitos casamentos, aponta o psicólogo Alexandre Coimbra Amaral, mestre em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Chile e um dos especialistas do Programa ‘Encontro com Fátima Bernardes’ da Rede Globo. “Tudo o que não tinha sido conversado está sendo foco de tensão e tudo o que já tinha sido conversado, mas não tinha sido resolvido também”, explica. E alguns relacionamentos que estavam na corda bamba desabam. “Alguns casais estão descobrindo que o casamento só sobrevivia porque eles tinham pouco tempo de contato, se mantinham juntos por um afastamento provocado pelo trabalho e pela hora tardia em que se chegava em casa”. Ele conversou com o blog sobre o assunto.
Blog: Quais os efeitos que esse isolamento, que já dura mais de 40 dias, tem sobre os relacionamentos?
Alexandre: A experiência da quarentena está se mostrando uma experiência com várias fases. Na primeira semana passamos por uma certa ‘lua de mel’, parecia férias, a gente ficou em casa em favor da humanidade. E aí não paramos de receber dicas de ‘como entreter as crianças’, ‘quais séries maratonar’, mas caímos na real já na segunda semana, tínhamos muito mais trabalho a ser feito porque perdemos todas as nossas redes de apoio. E o que está acontecendo na vida conjugal é que o casal está absorvendo todos os papéis da gestão da vida. O que a escola fazia os pais estão tendo de fazer, o que a avó fazia os pais estão tendo de fazer, se eles tinham babá agora também são babás, se tinham alguém para fazer a limpeza da casa também são eles que têm de fazer isso, fora todas as práticas de cuidado adicionais que estão relacionadas à nova pandemia, como esterilizar tudo, voltar do supermercado e ter de tirar a roupa e botar na máquina de lavar. Isso está causando uma pressão de desempenho e temos a impressão que perdemos a dignidade ou um pedaço dela quando ‘produzimos pouco’ – e essa percepção atinge os casais, que começam a ficar ansiosos porque pensam ‘eu não estou dando conta das coisas’ ou ‘a vida está me exigindo e eu não estou produzindo o que deveria’. E isso gera, obviamente, uma pressão maior sobre a mulher, porque a quarentena está colocando em evidência a velha história da carga mental. A mulher é quem cuida de toda a gestão da vida e quando o homem é ‘desconstruído’ ele, abre aspas, “ajuda”, mas só quando ela diz o que ele tem que fazer. Essa mulher também está fazendo trabalho remoto, também está sobrecarregada, também está se sentindo pressionada e aí começam os debates sobre gênero dentro de casa: tudo o que não tinha sido conversado sobre esse aspecto está sendo foco de tensão e tudo o que já tinha sido conversado, mas não tinha sido resolvido também.
Blog: E os casamentos que estavam na corda bamba desabam? O que você tem notado ao atender esses casais?
Alexandre: Muitos estão desabando, alguns casais estão descobrindo que o casamento só sobrevivia porque eles tinham pouco tempo de contato, se mantinham juntos por um afastamento provocado pelo trabalho e pela hora tardia em que se chegava em casa. Com esse ‘excesso de convivência’ durante a quarentena muitos casamentos já de dissolveram nesses primeiros quarenta dias, inúmeros. Mas também tem um fenômeno interessante que está acontecendo que é o de casais que já estavam separados e que estão se propondo a passar a quarentena juntos em benefício da convivência com os filhos, isso também tem acontecido e é algo maravilhoso que a gente precisa ressaltar.
Blog: São casais que passaram por cima de eventuais lembranças ruins e mágoas em nome dessas crianças?
Alexandre: Isso. Uma situação como uma pandemia ativa os nossos medos e nossas inseguranças e isso tem vários lados – o ruim é que a gente piora a nossa saúde mental e se sente muito mais vulnerável, como alguém que perde o chão e as certezas que tinha sobre a vida. Mas o lado bom disso é que a gente também escolhe as nossas causas, porque as coisas ganham outra proporção. A gente muitas vezes arrefece as mágoas, as raivas e isso constrói a possibilidade de uma convivência mais pacífica.
Blog: Quais os cuidados que esse casal tem de ter para preservar os filhos de possíveis rusgas entre eles que eventualmente aconteçam por conta desse excesso de convivência?
Alexandre: Aquelas tentativas que a gente tinha antes da quarentena de eximir a criança de todo e qualquer testemunho das brigas do casal às vezes não é possível, porque isso depende de um fator de privilégio que está sendo colocado muito claramente nessa quarentena que é o tamanho da casa. Tudo depende do tamanho da casa. Porque se não existe mais o ‘lá fora’, o lugar onde a criança pode ficar brincando enquanto eu fico aqui conversando com meu cônjuge até que a gente resolva o nosso embate, a criança vai escutar, perceber os ânimos, testemunhar as lágrimas, os humores alterados, as raivas, que podem recair às vezes sobre ela. Então, o que a gente pode pensar como uma possibilidade protetora é (ter essas discussões) quando a criança estiver dormindo ou num outro cômodo brincando. Se isso for possível ser feito para que ela não ouça e não veja, ótimo. Mas eu sei que existem condições de vida em que isso não é possível.
Blog: E isso é negativo de todas as formas ou existe algum lado bom de a criança perceber que os pais também divergem – e isso, claro, quando a gente considera uma discordância respeitosa, obviamente.
Alexandre: Se for uma discordância respeitosa não tem problema nenhum a criança assistir a isso. Basta os pais ficarem de olho na reação dela, porque se a criança se assustar, se impressionar e fizer uma questão sobre isso é importante se conversar sobre o assunto. Primeiro escutar o que seu filho está sentindo, deixar ele falar, não presumir que você sabe qual é a angústia dele, para depois conversar claramente sobre o que aconteceu, numa linguagem que ele possa compreender. E dizer ‘filho, é normal os adultos às vezes brigarem, lembra aquele dia que você brigou com fulaninho e depois vocês fizeram as pazes e voltaram a brincar juntos?’. É trazer um evento da vida dele para metaforizar o que está acontecendo ali com o casal. Agora, se for uma briga violenta, não tem lado bom nenhum porque a criança estaria testemunhando uma disputa de poder. E a violência conjugal, como qualquer tipo de violência, é um abuso de poder e assim se coloca uma questão com a qual a criança não pode lidar.
Blog: Claro que a gente não pode idealizar o que está acontecendo porque esse é um momento de mortes, estamos vivendo uma tragédia sem precedentes para a nossa geração. Mas eu gostaria que você pontuasse quais são as oportunidades que um período tão difícil pode oferecer a essas famílias.
Alexandre: Paradoxalmente os períodos mais difíceis das nossas vidas são aqueles que nós construímos resiliência. E a resiliência é a capacidade humana de transmutar sofrimento em aprendizagem, de fazer da dor uma força, de aumentar a envergadura da alma. E depois que esses momentos passam a gente tem um olhar retrospecto de quem nós éramos e quem nós somos e percebe que cresceu. Durante o processo a gente não consegue perceber isso porque só consegue enxergar a dor, o medo, só consegue notar o desespero. E tudo bem. Mas é inevitável que a gente recolha desses caminhos um pedaço de força para que possamos levar adiante na vida. Eu tenho para mim que nenhuma pessoa desse planeta sairá desse processo da mesma forma que entrou.
Blog: Para o bem e para o mal?
Alexandre: Para o bem e para o mal. Algumas pessoas vão sucumbir, literalmente. E eu também acho que esse processo de construir resiliência possa ser mais demorado e isso não quer dizer que uma pessoa que se deprima ou tenha um transtorno de ansiedade durante a pandemia não esteja também passando pelo seu processo de construir força na vida. Basta que isso seja bem acompanhado. Só são resilientes aqueles que sofrem menos ou que estão sempre otimistas? Não é verdade. A gente às vezes constrói força de situações muito adversas e de sofrimentos, inclusive mentais, muito grandes.
Blog: Como lidar com esse assunto e como abordar o que está acontecendo com as crianças sem que elas se sintam ansiosas ou angustiadas?
Alexandre: Olha, eu acho que sem ansiedade e sem angústia ninguém vai ficar, é importante deixar isso claro. O mais importante é não idealizar que a gente vai conseguir proteger integralmente as crianças do medo que nós estamos sentindo, da ansiedade que estamos vivendo. Elas vão viver isso porque também faz parte da vida delas, as crianças estão perdendo muitas coisas. Uma criança que perde interação social e a possibilidade de expandir seu corpo no mundo está perdendo uma parte gigante do seu desenvolvimento. Então ela está privada de muitas coisas importantes para ela, inclusive, da oportunidade de se equilibrar emocionalmente. Quando a gente era criança, quantas vezes ouviu da nossa mãe quando estávamos agoniados um ‘menino, vai lá pra fora, vai brincar!’ Essa era uma percepção muito intuitiva das nossas mães de que a gente precisava expandir o nosso corpo para equilibrar nossas emoções. Aí a gente subia em árvore, pulava corda, andava de bicicleta, ia fazer qualquer coisa lá fora e hoje todos estão privados disso e existe um nível de ansiedade só por conta dessa privação. Mas testemunhar os adultos preocupados, o que também é inevitável na pandemia, vai fazer com que a criança nutra um certo tipo de angústia. Então temos que explicar para ela e deixar que fale de suas emoções, temos de brincar com essa criança, deixar que ela elabore tudo do jeito que quiser. Aqui em casa outro dia meus filhos estavam brincando de pega-pega e a frase que eu ouvi de um deles foi ‘eu sou o coronavírus e eu vou te pegar!’ (risos).
Blog: Como planejar a volta a essa suposta normalidade sendo que ainda não dá para enxergar uma luz no fim do túnel e a gente nem sabe qual vai ser esse ‘novo normal’?
Alexandre: Antes de a gente saber qual vai ser a nova normalidade depois que a pandemia passar, e como esse processo promete ser minimamente longo, temos de viver o luto da vida que a gente tinha antes, e isso já gera um grande trabalho emocional. O que significa isso? Admitir, por exemplo, que vamos passar um tempo considerável precisando guardar distância de segurança das outras pessoas, precisando usar máscara e entender que a vida social vai ser transformada – e isso é uma perda sobretudo para nós, latinos, que somos muito sinestésicos e táteis e que sentimos muito a falta do abraço. Temos que realizar esse luto, um processo difícil, que demanda praticamente criar uma nova cultura de convivência social. Se conseguirmos fazer isso a gente já avança muito como sociedade durante o processo da pandemia. Todas as pessoas que estão negando essa experiência, vivendo a vida como se ela estivesse normal, estão em um processo de negação desse luto. Temos que elaborar isso porque ele é que nos vai preparar para o momento de entender qual novo o mundo será esse, quais serão suas regras e quem serei eu depois de tudo isso, quem seremos nós como sociedade brasileira. Adaptarmos a essa sistemática da pandemia deixa a gente mais flexível para as outras fases que virão nessa nossa nova vida.
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Estado vai dar um 'empurrão na economia', diz Paulo Guedes

CNN
Sem dar mais detalhes, o ministro da Economia, Paulo Guedes, admitiu, nesta quinta-feira (30), que, mesmo com a retomada das reformas estruturais, o Estado vai auxiliar a recuperação da atividade econômica. "O governo vai dar um empurrão na economia, como deu antes", disse após se referir às propostas de regulação paradas no Congresso Nacional. Ele participou da terceira reunião remota da Comissão Mista COVID-19, para acompanhamento de medidas de combate à pandemia.
Guedes explicou que a recuperação após a pandemia "será instantânea", conforme as reformas estruturais voltem a tramitar no Congresso. "Tenho essa certeza disso porque temos um Congresso reformista", disse. "São as reformas que irão nos tirar do buraco. Temos que melhorar os marcos regulatórios do saneamento, da energia elétrica, do petróleo e gás e da infraestrutura", reforçou. 
A fala do ministro, que foi interrompida devido ao limite de tempo permitido a cada participante, é uma surpresa quando considerado o perfil liberal do guru da economia do governo Bolsonaro. No entanto, ainda ao longo da reunião, ele voltou a dizer que a reestruturação econômica terá de ser por meio do investimento, uma vez que o Brasil "está quebrado". 
"Se eu dobrar o investimento público, não vou conseguir fazer o Brasil crescer. A verdade, dura, é que o governo brasileiro quebrou em todos os níveis. Nível federal, municipal e estadual. Quando falamos que vamos ter de se reerguer pelo capital privado, pelos investimentos privados, seja em saneamento ou infraestrutura, é porque o governo quebrou. Depois de 10, 15, 20 anos de expansão descontralada de gasto público, quebraram o governo", justificou. 
Desde o início da sua gestão, Guedes tem defendido que a resposta para a recuperação da atividade econômica seja por meio do investimento privado, e não pelo aumento de gastos públicos. Na última quarta-feira, ele chegou a afirmar que a solução não seria fazer um novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), comparando o programa do governo do PT que apostou nos recursos públicos como alavanca para o crescimento econômico com o programa Pró Brasil. Anunciado na semana passada, o programa foi interpretado pelo mercado financeiro como novo programa de investimento público.   

Impacto
Ao longo de sua fala, o ministro também voltou a dizer que o impacto da pandemia na economia brasileira será menor que o previsto, uma vez que o choque externo não está sendo sentido. Segundo ele, a queda de mais de 30% nas exportações para Estados Unidos e Argentina são compensadas pela alta de 25% ou 26% para a China. "As exportações brasileiras estão inalteradas, subiram em agronegócio e caíram em manufaturados", observou. "O Brasil estava fora das cadeias produtivas globais. O que era maldição acabou virando bênção", avaliou. 
Ainda na visão do ministro, como um terço da queda de 6% do Produto Interno Bruto (PIB) seria pelo choque externo, agora a economia deve registrar contração menor. "Se o PIB ia cair 6% em 2020, com 2% de choque externo e 4% de choque interno, já não temos esse componente externo. Ia cair 6% e agora deve cair 4%", completou. 

Governadores
Na avaliação de Guedes, a crise de saúde se transformou em um movimento para em que governadores e prefeitos tentam se aproveitar da transferência de recursos da União. "Eu não podia concordar. Pedi ajuda ao senador Davi Alcolumbre. Falei que não podemos quebrar a União e transformar o que é uma crise de saúde em um grande movimento de transferência de recursos para estados e municípios com assuntos que não têm nada a ver com a saúde, isso não é razoável", criticou. 
Ele destacou que o programa de ajuda aos estados e municípios foi ampliado de R$ 90 bilhões para R$ 130 bilhões, mas que exigirá a contrapartida de que os recursos sejam usados no combate à pandemia e seus impactos. O ministro defendeu, mais uma vez, o congelamento de salários do funcionalismo público. 

Sem demissões
Ao comentar sobre as medidas emergenciais focadas na manutenção de empregos, ele destacou que as empresas brasileiras não têm motivos para demitir os trabalhadores. "Estamos pagando metade do salário do trabalhador e estamos financiando a outra metade. Então, a empresa não tem desculpa para demitir”, disse. 
Ele destacou ainda que os programas emergenciais já preservaram mais de 4,3 milhões de postos de trabalho formais com a Medida Provisória 936, que permite a suspensão de contratos ou a redução da jornada e de salários de forma proporcional. "A expectativa é que até 5 milhões de empregos sejam preservados até o fim do dia de hoje, enquanto nos Estados Unidos já são 26 milhões de pedidos de seguro-desemprego", comparou.
Entretanto, sobre a possibilidade de aumentar o tempo do auxílio emergencial a informais caso a crise da pandemia se estenda, o ministro destacou que a ação poderia transformar o Brasil na Venezuela: "Se a produção for interrompida, com duração maior do isolamento, quando mais dinheiro for dado podemos cair na situação da Venezuela todo mundo com dinheiro na mão, mas a prateleira vazia."
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